Rodovias 06/09/2019 16h34 Atualizado às 16h48

Deputado Brito articula obras rodoviárias na região

Vários assuntos ligados a obras rodoviárias no Rio Grande do Sul em pauta entre elas Lagoa Bonita do Sul a Passa Sete

Dentro de um amplo plano de articulações do Deputado Adolfo Brito com o governo do Estado, o parlamentar manteve longa audiência ontem, 05/9, com Luciano Faustino da Silva, diretor de Infraestrutura Rodoviária do Daer. Vários assuntos ligados a obras rodoviárias no Rio Grande do Sul em pauta entre elas Lagoa Bonita do Sul a Passa Sete e o acesso de Guabijú a São José, além dos acessos ao município de Pinhal Grande e o distrito de Vale Vêneto.

Ficou confirmado a liberação de 700 mil reais oriunda do imposto de Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE). A empresa SBS Engenharia e Construções Ltda, detentora do contrato, deverá retornar às atividades ainda em setembro com serviços de emboeiramento e terraplanagem.

A mesma empresa já está iniciando e vai concluir entre 60 e 90 dias o acesso entre Guabiju a São Jorge. Depois, se houver nova alocação de verbas, dará sequência a obra entre Lagoa Bonita e Passa Sete.

Para tratar de novas cotas da CIDE, em relação a Lagoa Bonita do Sul/Passa Sete, o deputado Brito está acertando audiência com o secretário dos Transportes Juvir Costella, na semana que vem, em busca de prioridade de novos recursos para este trecho.

Brito tem procurado também fonte de recursos para conclusão de trecho de apenas dois quilômetros no acesso ao município de Pinhal Grande. Pleito foi encaminhado também ao Governador para inclusão na lista a ser contemplada pela Bancada gaúcha.

O deputado Brito informou ainda que nos próximos dias terá novas definições em relação ao pleito de 6 quilômetros de extensão da rodovia VRS-823, que liga Vale Vêneto a ERS-149, no município de São João do Polêsine.

Segundo o parlamentar, novos recursos para acessos de até 10 km estão sendo negociados pelo Estado com a bancada gaúcha no congresso. Em relação a outros acessos, com distâncias maiores, ainda não existe definição, tendo em vista as dificuldades financeiras do Estado, o que poderá ocorrer a partir da renegociação da dívida com a União.