pandemia 29/06/2020 09h55

Rio Pardo registra terceira morte por Covid-19

Todas as vítimas eram pacientes da mesma clínica geriátrica, onde pelo menos dez casos já foram confirmados

A Prefeitura de Rio Pardo informou na manhã desta segunda-feira, 29, que ocorreu a terceira morte por Covid-19 no município. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, faleceu nesta manhã uma idosa, de 89 anos, paciente da Instituição de Longa Permanência de Idosos, onde ocorreu o surto da doença na última semana. Ela é a terceira moradora da casa geriátrica vítima do novo coronavírus. As duas mortes anteriores, também internas da mesma clínica geriátrica, foram confirmadas na sexta-feira, 26.

A idosa que morreu neste começo de semana estava internada no Hospital Regional do Vale do Rio Pardo e, conforme nota divulgada pela Prefeitura, ” também apresentou quadro de infecção generalizada, agravado pelo Covid-19″. Medidas de segurança estão sendo realizadas com as pessoas que tiveram contato com a paciente, conforme a Administração Municipal.

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Clínica geriátrica

A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Pardo ainda informou que desde o primeiro caso confirmado do novo coronavírus na clínica geriátrica, as medidas de segurança e prevenção foram imediatamente revisadas e reforçadas. “Estamos lidando com o contágio comunitário em Rio Pardo. Não há como identificar o agente transmissor do vírus. Qualquer pessoa pode tê-lo levado, inclusive alguém contaminado e assintomático”, explicou a Secretária de Saúde, Sucila Leipnitz, em nota.

Até o momento, segundo a Prefeitura, dez pessoas que apresentaram sintomas foram testadas e, destas, sete positivaram e três vieram a óbito, incluíndo a idosa que faleceu nesta segunda. Dois pacientes ainda seguem em isolamento aguardando resultado dos exames. Entre eles, uma funcionária da clínica.

A clínica geriátrica permanece aberta, mas sem recebimento de novos pacientes. “Retirá-los do local e leva-los para suas casas seria irresponsabilidade, uma vez que isto ajudaria na proliferação do vírus na família, caso algum deles ainda esteja contaminado”, explicou a enfermeira da Vigilância em Saúde, Ruth Rodenbusch Lemes.

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