Inter 11/07/2019 23h24 Atualizado às 11h02

Odair vai de reservas no Brasileirão

Após derrota no duelo contra o Palmeiras pela Copa do Brasil, time colorado encara o Athlético em Curitiba no retorno do certame

A manhã seguinte à derrota para o Palmeiras, por 1 a 0, no primeiro jogo das quartas de final da Copa do Brasil, na quarta-feira, 10, foi de atividades para o time do Internacional ainda na capital paulista. Os jogadores que não foram titulares no Allianz Parque começaram a preparação para o confronto contra o Athletico-PR no CT do São Paulo. O elenco completo faz mais dois treinos nas manhãs desta sexta-feira, 12, e sábado, 13, em Porto Alegre. O duelo de retomada do Brasileirão será no domingo, 14, às 16 horas, na Arena da Baixada, em Curitiba.

A tendência é que o técnico Odair Hellmann poupe a maioria dos titulares no fim de semana, em função do desgaste com o jogo da última quarta e das viagens, de olho também no segundo e decisivo confronto com o Palmeiras na próxima quarta, 17, às 21h30, no Beira-Rio, que valerá a classificação às semifinais da Copa do Brasil. “A gente precisa conversar com o Departamento Médico, Fisiologia e depois fazer a avaliação para o jogo do Athletico. Também visualizando semana que vem. Olha o nível de intensidade da partida depois de um mês de parada”, argumentou o treinador colorado.

O vencedor do duelo entre Internacional e Palmeiras se habilitará a enfrentar o mesmo Athletico-PR ou o Flamengo, que empataram por 1 a 1 na Arena da Baixada, também na quarta-feira, e mantiveram tudo aberto na disputa pela outra vaga nas semifinais. Já no Brasileirão, que vai para a sua décima rodada neste fim de semana, o Verdão paulista é líder com 25 pontos, nove na frente do Colorado, quarto colocado atrás de Santos (20) e Flamengo (17).

Roberto Melo denuncia ameaças de morte

O vice-presidente de Futebol do Internacional, Roberto Melo, relatou que ele e outros dirigentes do clube foram ameaçados de morte no Allianz Parque, na quarta-feira, durante o jogo das quartas de final da Copa do Brasil. O dirigente afirmou que se sentiu na obrigação de se manifestar publicamente sobre os fatos.

“Foi lamentável o tratamento que recebemos no camarote do Palmeiras. É um grande estádio, mas no camarote, presidente, dirigentes, fomos hostilizados o tempo inteiro. No camarote ao lado, que é de uma empresa de segurança, não é de torcida comum, é alugado, fomos ameaçados de morte”, afirmou o dirigente na saída do estádio palmeirense.

“Eles ficaram mandando a gente ficar quieto, chegou quase a ter invasão, agressão, e culminou com isso, que poderia nos matar, fazendo sinal de arma com as mãos. Em um estádio desses, camarote que não é barato, passar por isso... Nunca tinha passado por isso no futebol”, reclamou Melo.