Futebol amador 31/08/2020 19h15 Atualizado às 19h25

F.C. Rio Pardinho: um clube com forte vínculo com a comunidade

Formação de jogadores e boa estrutura são destaques da entidade, que também disputa a Copa Cultural Lifasc

A partir desta segunda-feira, 31, a Gazeta do Sul apresenta os clubes que disputam a Copa Cultural Lifasc, parceria da Gazeta Grupo de Comunicações e da Liga Integração de Futebol Amador de Santa Cruz do Sul (Lifasc), competição que terá a sua quinta rodada na noite desta segunda. Confira aqui um histórico do time Rio Pardinho – que, aliás, enfrenta o Linha Santa Cruz na rodada desta segunda. Na próxima semana, será a vez de João Alves e União.

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F.C. Rio Pardinho

A história do Futebol Clube Rio Pardinho se confunde com a de um de seus integrantes mais ilustres: Darcilo Gressler, o Zezinho. Nascido em 18 de agosto de 1938 – apenas nove dias antes da fundação do clube –, Zezinho dedicou parte de sua vida ao futebol amador santa-cruzense, deixando um legado para a comunidade. A paixão ultrapassou gerações e passou ao filho, Carlos Gressler, que chegou a atuar profissionalmente no Futebol Clube Santa Cruz na década de 1990 e hoje integra a direção do F.C Rio Pardinho.

Com forte vínculo com a comunidade onde está inserido, o clube disputa atualmente as competições municipais da Lifasc e também outros torneios regionais. Com diversos títulos conquistados ao longo de sua história, a formação de jogadores por meio das escolinhas e o investimento em estrutura são alguns pilares do sucesso.

Além das goleiras no padrão profissional, o campo do clube conta com arquibancada para 300 pessoas, drenagem e pretende finalizar a instalação da iluminação até o final deste ano, tornando-se o primeiro clube da região a possuir o recurso, que possibilita a realização dos jogos à noite.

Diferente de Linha Santa Cruz, onde os loteamentos fizeram o número de habitantes disparar, a localidade do Rio Pardinho também cresce, mas em ritmo menos acelerado – hoje são cerca de 2,5 mil moradores.

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A urbanização também ocorre, com o desenvolvimento da atividade comercial e também industrial, por meio dos frigoríficos e fumageiras lá instalados. Ainda assim, o ambiente rural se destaca e chama a atenção de quem passa por lá. “Digamos que o rural não deixou de existir, mas através de uma perfeita sintonia o urbano desenvolveu. Ambos existem em harmonia”, afirma Carlos Gressler. “Temos aqui o Rio Pardinho, uma riqueza que passa na nossa terra. O rio que banha Santa Cruz do Sul é o nome da nossa comunidade e carrega também o nome do clube”, finaliza.

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