Julgamento 11/03/2019 08h00 Atualizado às 08h29

Santa-cruzense atua na defesa do pai de Bernardo

Ezequiel Vetoretti é o advogado de Leandro Boldrini

O caso Bernardo Boldrini, um dos crimes mais marcantes do Estado nos últimos anos, vai a júri nesta segunda-feira, 11, com um santa-cruzense atuando na defesa de um dos réus. O advogado Ezequiel Vetoretti, que já foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Santa Cruz do Sul, representa o pai de Bernardo, Leandro Boldrini.

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O advogado assumiu a posição em agosto de 2014, após o primeiro advogado, Jader Marques, se afastar do caso por conta de divergências sobre a condução da defesa do acusado. Na época, Vetoretti não chegou a divulgar a estratégia de defesa e disse que iria manter o caso em sigilo. 

O julgamento, que deve durar cinco dias, será presidido pela juíza Sucilene Engler e, na acusação, estará o promotor de Justiça Bruno Bonamente. Nas defesas, além de Ezequiel Vetoretti, atuam Vanderlei Pompeo de Mattos (Graciele), Jean de Menezes Severo (Edelvânia) e Hélio Francisco Sauer (Evandro).

O caso

Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, foi morto em abril de 2014 com uma injeção letal. O corpo da criança foi localizado 10 dias depois em uma cova à beira de um riacho em Frederico Westphalen. Além do pai Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e os irmãos Edelvânia e Evandro Wirganovicz, respondem pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsificação ideológica.