Histórias de Alemão 05/11/2019 13h49

Analphabetismus | Analfabetismo

Sie lesen gerade meinen Text in Deutsch und in Portugiesisch

Die Welt ist ein Buch.
Wer nie reist, sieht nur eine
Seite davon.

Sie lesen gerade meinen Text in Deutsch und in Portugiesisch. Sie sind also eine gebildete Person, denn Sie können lesen. In der Welt gibt es Millionen Menschen, die meine Texte nicht verstehen.

Was kann man nicht, wenn man nicht lesen und schreiben kann? Ganz einfache alltägliche Dinge sind eine große Herausforderung: den Führerschein machen, einen Stadtplan lesen, Essen im Restaurant bestellen, Straßenschilder lesen, eine Einkaufsliste schreiben, den Kindern bei der Hausaufgabe helfen, einen Sprachkurs besuchen, einen Job finden. Man kann sich das gar nicht so richtig vorstellen, denn es ist schon automatisch in unserem Leben, dass man die ganze Zeit etwas liest und schreibt. In der ganzen Welt sind Menschen, die überhaupt nichts lesen und schreiben können. Sie leben und gehen nicht offen mit ihrem Analphabetismus um. Es ist eben noch ein Tabu. Die Gesellschaft sollte mehr Toleranz und weniger Vorurteile gegenüber der Betroffenen zeigen.

Wie aber kommt es überhaupt dazu, dass es so viele Menschen gibt, die das Lesen und Schreiben nicht richtig beherrschen?

Oft stammen die Analphabeten aus bildungsfernen Elternhäusern. Haben die Eltern keinen Schulabschluss, lernen ihre Kinder nur eingeschränkt lesen und schreiben. Manche Betroffene sind in ihren frühen Jahren so oft krank oder haben Probleme zuhause, dass sie einfach nicht die Grundlage für alles andere haben. Man kann Analphabetismus folgendermaßen erklären:

Der primäre und der sekundäre Analphabetismus - Hier handelt es sich um Menschen, die nie Lesen und Schreiben gelernt haben oder die eine Schule besucht haben, aber das Lesen und Schreiben jedoch später wieder verlernt haben.

Der funktionale Analphabetismus - Funktionale Analphabeten sind Personen, die lesen und schreiben können, einen gerade gelesenen Text jedoch nicht verstehen oder interpretieren können.

Die Analphabeten des 21. Jahrhunderts werden nicht diejenigen sein, die nicht Lesen und Schreiben können, sondern diejenigen, die nicht lernen, verlernen und wieder lernen. (Alvin Toffler)

Analfabetismo

O mundo é um livro.
Quem nunca viaja,
enxerga somente uma página dele.

Você está lendo meu texto em alemão e em português. Então você é uma pessoa estudada porque sabe ler. No mundo, há milhares de pessoas que não entendem meus textos.

O que você não pode fazer se não sabe ler e escrever? Coisas simples do dia a dia são um grande desafio: fazer a carteira de motorista, ler um mapa, pedir comida no restaurante, ler placas de rua, escrever uma lista de compras, ajudar as crianças com a lição de casa, participar de um curso de idiomas, encontrar um emprego. Não conseguimos imaginar isso, pois já é automático em nossas vidas. Estamos sempre lendo e escrevendo algo. Em todo o mundo existem pessoas que não sabem ler nem escrever. Eles não vivem e falam abertamente sobre seu analfabetismo. Ainda é um tabu. A sociedade deveria mostrar mais tolerância e menos preconceito para com os afetados.


Mas como ainda existem tantas pessoas que realmente não sabem ler e escrever? Alguns faltam, por causa de alguma doença ou problema doméstico, com tanta frequência nos primeiros anos de escola que simplesmente não têm a base para todo o resto. Muitas vezes, os analfabetos vêm de pais sem instrução. Se os pais não tiverem um certificado de conclusão escolar, seus filhos apenas aprendem a ler e escrever em uma extensão limitada. Pode-se explicar o analfabetismo da seguinte maneira:

O analfabetismo primário e secundário – Aqui se trata de pessoas que nunca aprenderam a ler ou escrever ou que frequentaram a escola, mas depois esqueceram o ler e escrever.

O analfabetismo funcional – Analfabetos funcionais são pessoas que sabem ler e escrever, mas não conseguem entender ou interpretar o texto que acabou de ser lido.

Os analfabetos do século XXI não serão os que não sabem ler e escrever, mas os que não aprenderão, desaprenderão e aprenderão novamente. (Alvin Toffler)​