Justiça 12/09/2019 08h53 Atualizado às 11h22

Telmo Kirst fica em silêncio em depoimento sobre expulsão de Helena Hermany do gabinete

Testemunhas foram ouvidas ao longo da tarde e início da noite dessa quarta-feira

Duraram cerca de seis horas os depoimentos de envolvidos na denúncia que apura a expulsão da vice-prefeita de Santa Cruz do Sul do gabinete dela. O caso teria ocorrido em março. Na época, Helena Hermany procurou o Ministério Público depois de ter que deixar a sala que ocupava, junto ao Ginásio Poliesportivo. Ela reclamava que não podia exercer a função para a qual foi eleita pela falta de estrutura.

A Promotoria de Defesa Comunitária cobrou esclarecimentos da Prefeitura, que providenciou um novo espaço para a vice, junto ao Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest. Uma ação também foi encaminhada ao Poder Judiciário para apurar a responsabilidade do prefeito de Santa Cruz, Telmo Kirst, e o secretário da Administração, Vanir Ramos de Azevedo.

As testemunhas e os envolvidos no caso foram ouvidos ao longo da tarde e início da noite dessa quarta-feira, 11. Além de Helena Hermany, também prestaram depoimento o vereador Edmar Hermany, o ex-secretário Henrique Hermany, os secretários municipais Régis de Oliveira Júnior, Edemilson Severo e Delsio Meyer.

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Os últimos ouvidos foram os réus do processo: o secretário da Administração, Vanir Ramos de Azevedo, e o prefeito Telmo Kirst. O chefe do executivo optou por permanecer em silêncio e não respondeu aos questionamentos feitos pelo juiz André Luis de Moraes Pinto, da 2ª Vara Cível. A expectativa agora é pela manifestação do magistrado, que ainda não tem data para ser divulgada.

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