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Chuva

Defesa Civil de Santa Cruz segue em alerta para a instabilidade

ATUALIZADO ÀS 18H38

Desde a quarta-feira até as 7 horas desta quinta-feira, o acumulado de chuva em Santa Cruz do Sul chegou aos 124 milímetros. Até o fim da tarde, foram 41 milímetros durante o dia.  As informações foram repassadas pela Defesa Civil do município, que monitora o nível do Rio Pardinho. Conforme o coordenador da Defesa Civil, tenente José Joaquim Dias Barbosa, o Rio Pardinho estabilizou por volta das 17 horas, quando chegou aos 6,96 metros. Na manhã desta quinta, o nível do rio chegou a 6,90 metros. Por volta de 12h20, o nível estava 6,60 metros.

O que colabora para a redução no nível do rio, de acordo com Barbosa, são as pancadas de chuva inconstantes. Mesmo com chuva forte, há um momento de pausa. Geralmente, a preocupação da Defesa Civil são as chuvas que ocorrem na cabeceira, localizada em Sinimbu, já que toda a água desce para Santa Cruz do Sul e ocasiona aumento do nível. Dessa vez, a situação é tranquila pois não houve tanta chuva em Sinimbu. “Como não choveu com grande intensidade na cabeceira do Rio Pardinho, a situação ainda é tranquila para nós aqui em Santa Cruz”, afirma. 

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O aumento no nível do rio também ocasionou deslizamentos, que levaram duas adutoras a romperem em Rio Pardinho. Equipes da Prefeitura fazem reparos no local. Na madrugada, a chuva intensa foi acompanhada de trovões e raios. Um dos locais mais preocupantes de Santa Cruz é o Bairro Várzea, próximo ao Rio Pardinho. Na localidade, residem 108 famílias.

“Não são todas que têm suas casas invadidas em uma cheia, a maioria registra apenas pontos de alagamento dentro dos pátios”, explicou o coordenador da Defesa Civil em Santa Cruz, José Joaquim Dias Barbosa, em entrevista ao Portal Gaz nessa quarta-feira. Conforme Barbosa, espera-se que chova 170 milímetros durante o mês de outubro. 

Alagamentos

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No Bairro Capão da Cruz, um leitor registrou o alagamento da Rua Dona Theresina. A água chega ao pátio das residências. Conforme Lucas Silva, morador do local, não é a primeira vez que isso acontece. 


(Foto: Lucas Silva/Leitor)

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