Economia 13/01/2021 12h06 Atualizado às 13h57

Em um ano, gás aumenta 13,4% em Santa Cruz do Sul

Considerando o preço médio do botijão de 13 quilos, verificado no início de 2020, valor acumula alta nas revendedoras

O reajuste acumulado no preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos foi de 13,4% durante o último ano. Com base no levantamento feito pela Gazeta do Sul no início de 2020, repetido nessa terça-feira, 12, o preço médio para o gás adquirido direto na distribuidora subiu de R$ 62,61 para R$ 71,00. O reajuste acompanha o valor do insumo entregue em casa. No início do ano passado, o preço para entrega era R$ 70,25. Na pesquisa realizada na terça, um botijão entregue em casa custa em média R$ 79,50.

Há variações para cima e para baixo. O menor preço encontrado pela Gazeta do Sul para o gás retirado na distribuidora é de R$ 68,00, pago em dinheiro. Já o botijão com telentrega varia entre R$ 78,00 e R$ 82,00.

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Nos primeiros dias do ano, o preço do gás subiu. O valor que as revendas informaram ao Procon, na última sexta-feira, era mais baixo que os atuais R$ 71,00. Na semana passada, ainda havia botijões sendo vendidos ao valor de R$ 66,00. No mesmo dia em que o órgão fez a pesquisa, a Petrobras anunciou uma alta de 6%, pressionada pelo preço do petróleo no mercado internacional.

Em dois meses, a estatal aumentou o preço do gás GLP duas vezes. Em dezembro, o reajuste para as distribuidoras havia sido de 5% e agora, em janeiro, 6% em cima do valor pago ao distribuidor do produto. De acordo com a Petrobras, a elevação do preço ao longo do ano foi motivada pela maior demanda de gás de cozinha no País, estimulada pela pandemia do novo coronavírus.

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Importante: pesquisa de preços feita na manhã de terça-feira, 12, por telefone, entre as 11 horas e o meio-dia.

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