|
04/05/2011 - 15h13
STF adia votação sobre união homoafetiva para quintaApós o voto do ministro relator favorável, a sessão foi encerrada
Notícias Relacionadas
05/05/2011 - 19h27
STF é unânime em reconhecer direitos de união gay
05/05/2011 - 14h54
STF decide a favor da união homoafetiva
05/05/2011 - 08h23
STF retoma hoje julgamento sobre união estável de homossexuais
04/05/2011 - 10h37
STF decide hoje se Estado reconhece união estável
19/04/2011 - 16h37
Lei Maria da Penha é aplicada a casal gay no Rio de Janeiro
ATUALIZADO ÀS 19h32
ATUALIZADO ÀS 17h40 Os ministros do Supremo Tribunal Federal começaram a manifestar, agora há pouco, por volta das 17h40, seus votos sobre o reconhecimento de união homoafetiva. O primeiro é o ministro relator, Ayres Britto.
ATUALIZADO ÀS 17h10 Após uma paralisação de 20 minutos, a sessão recomeçou com o pronunciamento de amici curiae contrários à união homoafetiva. A primeira entidade a manifestar sua posição e justificativa é a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O advogado da CNBB afirma que pluralidade tem limites e pede que STF rejeite ações que buscam reconhecimento legal de união homoafetiva.
ATUALIZADO ÀS 16h05 Sete entidades representativas da sociedade civil e defensoras dos direitos dos homossexuais têm cinco minutos cada para usar tribuna. Representante da Conectas Direitos Humanos destacou a responsabilidade do STF de defender direitos de uma minoria que sempre foi discriminada. O Instituto Brasileiro de Direito de Família, por sua vez, afirmou que o STF vive momento histórico e poderá solucionar omissão do Congresso. Representante do Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual destacou a importância da função do Supremo em proteger minorias que não têm voz e da Associação Brasileira de Gays Lésbicas e Transexuais disse que há pelo menos 78 direitos não reconhecidos a esses cidadãos. ATUALIZADO ÀS 15h20 O procurador-geral, em seu pronunciamento inicial, afirmou que o reconhecimento jurídico de união de pessoas do mesmo sexo não enfraquece a família; mas, ao contrário, a fortalece. Roberto Gurgel ainda acrescentou que a união homoafetiva está implicitamente reconhecida pela Constituição de 1988. O advogado Luís Roberto Barroso, que fala em nome do governador do RJ, que ajuizou uma das ações, disse que as pessoas têm o "direito de amar livremente". Ele concluiu sua sustenção pedindo que o STF aplique à união homoafetiva o mesmo princípio da união estável. ACOMPANHE O JULGAMENTO PELO PORTAL GAZ COM ATUALIZAÇÃO CONSTANTE.
PUBLICADO ÀS 15h13 Começou há pouco, no Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento de dois processos que discutem a possibilidade do reconhecimento da união estável para casais do mesmo sexo. As ações foram ajuizadas na Corte pela Procuradoria-Geral da República e pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. fonte: Supremo Tribunal Federal/ STF
Comentários anônimos NÃO serão publicados.
Deixe seu Comentário
Os comentários são submetidos a uma moderação. O Portal Gaz reserva-se ao direito de não publicar comentários com ofensas pessoais e palavras e/ou expressões de baixo calão. O objetivo deste espaço é debater o tema da notícia, preferencialmente com um caráter propositivo. Ver mais de Política
Veja abaixo outras notícias que foram destaque.
22/05/2012 - 21h08
STF divulgará nomes e salários de ministros e servidores
22/05/2012 - 20h14
Cachoeira não vai depor a favor de Demóstenes no Conselho de Ética
22/05/2012 - 19h59
Câmara dos Deputados aprova PEC do Trabalho Escravo
22/05/2012 - 19h25
Relator diz que CPMI pode reconvocar Cachoeira
22/05/2012 - 15h32
CPI encerra reunião sem obter respostas de Cachoeira
22/05/2012 - 14h05
Cachoeira deve se manter em silêncio na CPI
|