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A comunidade de Linha João Alves e arredores lamenta a depredação do local que abriga túmulos do século XIX. O cemitério, localizado na Avenida Léo Kraether, fica em frente ao entroncamento com a Rua Benno João Kist e é alvo de depredações frequentemente. Os casos são registrados normalmente em finais de semanas, principalmente por causa de festas que são promovidas em uma boate próxima. Segundo moradores, jovens se concentram nas proximidades do local e aproveitam os muros baixos da necrópole para praticar atos de vandalismo. O resultado são esculturas derrubadas e lápides quebradas. Além disso, os responsáveis pelo cemitério afirmam que já localizaram ainda camisinhas usadas e peças íntimas que abandonam sobre os túmulos. De algumas lápides, moldadas em pedra-grês, só restam pedaços. Inscrições escavadas nas pedras, algumas cobertas de limo e já sem a mesma nitidez, identificam mortes ocorridas antes de 1900. A mais antiga é datada de 1856, apenas sete anos após a chegada dos primeiros imigrantes a Santa Cruz, em 1849. fonte: Redação Gazeta AM
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