Portal Gaz - Notícias - Esportes - Entretenimento - Santa Cruz do Sul - Vale do Rio Pardo

Gazeta do Sul - Gazeta da Serra - Rádio Gazeta - Gazeta FM - Gazeta AM - Rádio Rio Pardo - Viavale - Fundação Gazeta AgroBrasil

|
Buscar:
Previsão do tempo
Min: 16º   Max: 24º
Previsão Completa
Avalie
Comente aqui
0
06/09/2010 - 17h49

Iraniana pode ser apedrejada "a qualquer momento", diz advogado

Iraniana pode ser apedrejada "a qualquer momento", diz advogado
Foto: Divulgação

O advogado de Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada a apedrejamento por adultério e por envolvimento no assassinato de seu marido, afirmou nesta segunda-feira, 06, que ele e os filhos da iraniana acreditam que ela deve ser executada em breve.

Segundo Javid Houtan, uma moratória nas penas de morte deve acabar nesta semana no Irã com o fim do Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos. Para o defensor, a sentença de apedrejamento contra Sakineh pode ser cumprida "a qualquer momento".

Também nesta segunda-feira, um dos filhos da iraniana afirmou que Sakineh recebeu novamente uma sentença de 99 chibatadas, depois de um jornal britânico ter publicado a foto de uma mulher sem véu identificada como ela por engano. O Irã não confirmou oficialmente a nova sentença.

Sajjad Qaderzadeh, o filho de 22 anos da iraniana, disse não saber se a sentença foi de fato cumprida. Ele soube da nova punição através de um prisioneiro que saiu do centro de detenção onde sua mãe está. "A publicação da fotografia deu ao juiz a desculpa para sentenciar minha pobre mãe a 99 chibatadas, sob a acusação de ter tirado uma foto sem se cobrir", disse Qaderzadeh.

Sakineh foi condenada em 2006 por manter relações ilícitas com dois homens após ficar viúva, o que, segundo a lei islâmica, também é considerado adultério. Primeiramente a pena foi de 99 chibatadas, depois convertida em morte por apedrejamento e, posteriormente, alterada para enforcamento.

Em julho deste ano, seu advogado Mohammad Mostafaei tornou público o caso em um blog na internet, o que chamou a atenção da comunidade internacional. Perseguido pelas autoridades iranianas, ele fugiu para a Turquia, a partir de onde buscou asilo político na Noruega.

O governo brasileiro ofereceu refúgio a Sakineh, o que foi rejeitado por Teerã. A pena de morte foi mantida por um tribunal de apelações, que acrescentou ao caso a acusação de conspiração para a morte do marido.



fonte: Agência Estado
Comentários anônimos NÃO serão publicados.
Deixe seu Comentário

Os comentários são submetidos a uma moderação. O Portal Gaz reserva-se ao direito de não publicar comentários com ofensas pessoais e palavras e/ou expressões de baixo calão. O objetivo deste espaço é debater o tema da notícia, preferencialmente com um caráter propositivo.

Nome:
E-mail:
Telefone:

Qual é a sigla do estado da Paraíba? [ 2 letras ]



(0/300)
Comentário:


Gazeta Grupo de Comunicações
Rua Ramiro Barcelos, 1206 | Santa Cruz do Sul - RS
(51) 3715-7800 | portal@gaz.com.br
Desenvolvido e Mantido por
Equipe de TI Gazeta Grupo de Comunicações