O Tribunal do Júri de Santa Cruz do Sul realiza nesta quinta-feira, 12, a partir das 9h30, no Fórum, o julgamento de quatro réus denunciados pela morte de Jonathan Élio de Andrade, 28 anos. Ele foi baleado no dia 20 de março de 2017 na estrada Capão da Cruz (Bairro Progresso), em Santa Cruz do Sul. Dois dos acusados têm 39 e 37 anos; os outros dois, 31 anos.
Conforme a denúncia do Ministério Público, no dia do crime a vítima recebeu um pedido de dinheiro, entregue pelo réu de 39 anos, para fazer a compra de drogas em um ponto de venda de entorpecentes. Jonathan deslocou-se a pé pela estrada de acesso a Capão da Cruz.
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Ao chegar diante de uma residência, Jonathan foi abordado por outros dois suspeitos, ambos de 31 anos, que estavam em uma motocicleta. Nesse momento, um deles alvejou-o pelo menos três tiros. Atingido pelas costas, ele morreu no local. Os autores fugiram em direção ao Bairro Esmeralda.
A denúncia aponta que o homicídio foi encomendado pelo acusado de 37 anos e combinado com os outros três envolvidos. Na época, familiares de Jonathan Élio de Andrade foram ao local do crime e relataram que o rapaz vinha sofrendo ameaças, mas não sabiam de quem e por qual motivo. Segundo eles, o rapaz não tinha envolvimento com o tráfico de drogas e a única passagem na polícia teria sido pelo furto de um televisor.
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Os quatro réus respondem ao processo em liberdade por homicídio, dissimulação, emboscada e recurso que dificultou a defesa da vítima, que estava desarmada. No júri, a acusação será feita pelo promotor Gustavo Burgos de Oliveira e a defesa dos quatro réus, pelo defensor público Arnaldo França Quaresma Júnior. A sessão vai ser presidida pela juíza Márcia Inês Doebber Wrasse.
No último dia 5, o Tribunal do Júri realizou o julgamento de Eliseu Farias, denunciado como autor do atropelamento que vitimou Marlise Müller, 67 anos. O caso aconteceu no dia 15 de junho de 2025, na localidade de São Martinho, interior de Santa Cruz do Sul. Eliseu foi condenado a nove anos e seis meses de reclusão em regime fechado e a pagar uma indenização de dez salários mínimos por danos morais à família da vítima. O réu já está cumprindo a pena no Presídio Regional de Santa Cruz do Sul.
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