O ano de 2026 promete muita (mas muita!) leitura. O mercado editorial brasileiro talvez protagonize hoje uma das maiores efervescências em realidade global no universo da diversidade em publicações e na aposta em novos nichos. O que é excelente para os leitores, porque proporciona a eles acesso a obras das mais variadas regiões do planeta, oxigenando o pensamento.
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Além das editoras tradicionais, que predominam no calendário mensal de novidades, dezenas de casas menores, locais ou regionais, têm se ocupado de gêneros ou de conjuntos literários específicos. É o caso mais recente da Tabla (já não mais uma pequena), que agrega um formidável catálogo de autores do Oriente Médio ou do mundo árabe; da Kapulana, voltada a um amplo leque de autores do continente africano; da DBA, igualmente atenta a novos nomes de diferentes nações (e muito antenada ao que chega de certames como o Man Booker Prize); e de uma infinidade de editoras gaúchas dinâmicas, a exemplo da Dublinense.
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Da narrativa longa à narrativa curta, nacional e internacional; da poesia à reportagem, da biografia à divulgação científica, do ensaio ao relato de viagem, da geopolítica ao aquecimento global e ao meio ambiente (temas incontornáveis na sociedade contemporânea), a cada semana vale dar uma passada na livraria de preferência: não será por falta de boas opções que alguém não terá (muito) o que ler.
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