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30 anos de chegadas e partidas

A maioria das pessoas olha, mas não enxerga; Ouve, mas não entende; Não é preciso ser especialista para compreender que a felicidade está em momentos simples, como um encontro de amigos ou um abraço apertado. O auxiliar de serviços gerais Paulo Ferreira de Moraes, 50 anos, tem essa premissa como base para a vida. A faculdade da vida o brindou com um conhecimento raro e um caráter acima da media. Há 30 anos ele é um personagem que faz parte de inúmeras histórias. Não protagonista, mas coadjuvante. Ator principal? Somente em sua própria história.  

 

O nome em sua certidão de nascimento é usado somente para o papel, pois sempre será mais conhecido como “Paulinho da Rodoviária”. Começou a trabalhar cedo, quando a Rodoviária de Sobradinho ainda era no antigo Bar Antônio, no centro da cidade. A mãe e o padrasto tinham uma barraquinha de cachorro-quente em um local onde hoje se encontra o Quiosque. E Paulinho sempre estava por ali, fosse varrendo, entregando jornal ou engraxando algum calçado para arrecadar o próprio dinheiro. Na infância sofreu com a Paralisia Infantil, doença que o deixou com uma parte do corpo paralisada e uma perna dez centímetros menor que a outra. Mesmo assim, nunca desistiu. 

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