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A cidade dos “ventos uivantes”

Além de ter uma população educada e ordeira, com belezas naturais de tirar o fôlego e uma das melhores administrações do Vale do Rio Pardo, Estrela Velha tem particularidades que só podem ser vistas, ou melhor, ouvidas, por quem sabe “entender” o vento. Poetizando um conhecido livro da literatura inglesa, “O Morro dos Ventos Uivantes”, basta passar pelo Centro Administrativo Hilário João Ceolin, na entrada da cidade, para perceber que a afirmação condiz com a realidade. Um zunido nos oitões e nos cantos da construção dão o tom às rotinas burocráticas na prefeitura. “Quando o vento está forte fica até difícil trabalhar”, comenta o prefeito Reges Scapin. 

Tanto em dias de verão como de inverno é possível ouvir o recado do vento de que a cidade, cujo desenvolvimento está cada vez mais evidente, vai crescer muito mais se depender da força de trabalho de toda a comunidade. Além de construções por todo o município, há vários lotes de terrenos sendo comercializados, expandindo a área urbana. “Há vários pedidos de moradias. Cada vez mais temos moradores e a infraestrutura tem sido modificada. Estamos em pleno crescimento apesar da crise, pois planejamos tudo com muita antecedência”, evidenciou Scapin. Os investimentos em obras e empresas também não param…será o vento trazendo cada vez mais desenvolvimento para a cidade?

 

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Estrela Velha

A origem do nome Estrela Velha remonta a uma época muito distante. Por volta de 1920 foi construída, para fins de estabelecimento comercial, uma casa grande que foi toda pintada de branco, sobre uma colina, em um lugar visível á considerável distância. O detalhe é que, na fachada dessa casa estava fixado um escudo em forma de estrela, tal escudo havia sido encontrado ao serem realizadas escavações para a construção desta casa.
Conta-se que foi deixado neste local por combatentes que durante revoluções, estiveram ali acampados, visto ser esta região rodeada por água, fator esse que os protegia por dificultar o acesso inesperado do inimigo.
A casa branca da estrela sempre serviu de estabelecimento comercial, tornando-se assim, ponto de referência para moradores dos arredores e para viajantes que cruzavam estas paragens, uma vez que estava localizada à beira de uma estrada geral.

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