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Advogado do Boca Juniors nega acordo entre Fifa e Conmebol por pena branda

O advogado brasileiro Eduardo Carlezzo, que defende o Boca Juniors no caso da eliminação por causa da confusão em La Bombonera pela Copa Liberatadores, contra o River Plate, negou a existência de um acordo entre Conmebol e Fifa para punir de forma mais branda o clube xeneize. A informação que circulava pela imprensa dizia que a confederação teria cedido a vaga na repescagem da Copa do Mundo de 2018 em troca de uma pena mais leve para o Boca.

“Isso não existiu (acordo entre Comenbol e Boca). Quando li essa notícia, dei risada. Mas a forma como se espalhou por todos os portais me preocupou. Nunca houve nada parecido. Sobretudo, essa disputa da quinta vaga na Copa do Mundo, tirar os sul-americanos, é uma demanda antiga. Esse assunto não é novo, já estava na agenda da Fifa para ser analisado no congresso que vai ter no fim do mês. Alguém usou essa informação para jogar uma pressão adicional na câmara de apelações para que se confirme todas as punições aplicadas ao Boca. Confesso que não vi nenhum movimento, sequer próximo, nada do Boca nem ninguém comentar isso”, disse o advogado ao Redação Sportv.

Além de ser eliminado da Libertadores 2015, o Boca terá que disputar quatro jogos na Bombonera com portões fechados e recebeu multa de U$ 200 mil. Segundo o diário ‘As’, a Fifa tinha considerado leve essa punição ao clube argentino.
O Boca ainda espera que a partida com o River seja retomada. O clube entrou com um pedido de efeito suspensivo da decisão do tribunal de disciplina. Ele considera pesada demais a eliminação do clube.

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“A nossa posição, tanto minha quanto a do clube, foi de fair play. As imagens estão lá, são claras, a autoria é clara. Em nenhum momento negamos essa autoria. O presidente do Boca esteve junto e de forma honesta assumiu os erros, o que é difícil de se ver no futebol. Sempre se tenta buscar alguma coisa para dizer que ‘não’. Estamos prontos e abertos para receber as sanções. Só pedimos que possamos jogar esses 45 minutos. Buscamos a proporcionalidade nas sanções aplicadas. Temos quatro sanções que, individualmente, são bastantes fortes”, afirmou o advogado.

 

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João Caramez

Em 2010, aceitei o convite para atuar como repórter estagiário no Portal Gaz, da Gazeta Grupo de Comunicações. Era o período de expansão do site, criado em 2009, que tornou-se referência em jornalismo online no Vale do Rio Pardo. Em 2012, no ano da formatura na graduação pela Unisc, passei a integrar a equipe do jornal impresso, a Gazeta do Sul, veículo tradicional de abrangência regional fundado em 1945. Com a necessidade de versatilidade para o exercício do jornalismo multimídia, adquiri competências em reportagem, edição, diagramação e fotografia para a produção de conteúdo em texto, áudio e vídeo. Entre as funções, fui editor de País/Mundo e repórter de Geral. Atualmente, sou repórter de Esporte e produzo conteúdo para o site Portal Gaz e jornal Gazeta do Sul. Integro a mesa de debatedores do programa 'Deixa Que Eu Chuto', da Rádio Gazeta FM 107,9, desde 2018. Em 2021, concluí uma pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios pela Ulbra.

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