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Alisson diz que maior incômodo da carreira foi não ter vencido uma Copa do Mundo

O goleiro Alisson Becker, de 33 anos, natural de Novo Hamburgo, vai disputar a terceira Copa do Mundo como titular. Feito antes realizado por Gilmar dos Santos Neves e Cláudio Taffarel. Ele sente-se honrado e privilegiado por isso. O irmão de Muriel já atuou em nove partidas na Copa do Mundo. Para ele, o maior incômodo foi não ter vencido a Copa do Mundo até o momento.

“O que mais me incomoda de tudo isso é não ter vencido. É óbvio que para um goleiro sofrer um gol, indefensável ou não, sempre fica aquele negócio de se eu tivesse feito alguma coisa diferente. Acho que a gente tem que lutar contra essas mentiras que podem vir na nossa mente e ter convicção no trabalho, convicção de que o trabalho pode nos levar longe”, declarou.

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Alisson comentou sobre o fato da Seleção Brasileira ter sofrido gols nos quatro amistosos de 2026. “A gente não quer isso. Eu, como goleiro, sou o primeiro que sai da partida insatisfeito com o fato de ter sofrido gols. Acho que uma equipe vencedora tem que odiar tomar gol, o adversário tem que trabalhar muito forte para fazer gol”, disse.

Alisson acredita que foi positivo apresentar problemas defensivos exatamente em partidas anteriores à Copa do Mundo para evitar a repetição dos erros durante a campanha na competição. “Nos dá oportunidade de corrigir aquilo que tem ser corrigido. Às vezes se a bola desvia e não entra por algum fato não tem tanta atenção em cima disso, mas quando nos custa um gol temos que estar muito ligados nisso. Esse aspecto defensivo é extremamente importante na Copa do Mundo, uma competição de tiro curto. Nós queremos ter uma defesa sólida, uma equipe que defende junto, totalmente focado em não sofrer gols. Depois a gente sabe que vai criar chances e ter oportunidades. Nos deixou desconfortáveis nos amistosos, mas são coisas que ajustamos agora para a Copa”, salientou.

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Pintura em rua de Novo Hamburgo faz homenagem a Alisson

O goleiro da Seleção Brasileira Alisson Becker está virando pintura de rua em Novo Hamburgo, cidade natal do jogador na Região Metropolitana de Porto Alegre. A arte está sendo feita na Rua Costa Rica, no bairro Santo Afonso.

Além da imagem de Alisson, a pintura 800 metros quadrados leva ainda a bandeira do Brasil, uma mensagem de ‘rumo ao hexa’, a taça da Copa do Mundo 2026, cinco estrelas, uma bola de futebol e um cachorro caramelo.

O empresário Maicon dos Santos foi quem teve a ideia, inspirado no movimento de outros estados. Quem desenvolveu o desenho foi o artista plástico hamburguense Joacaz Santos, de 29 anos, e junto dele moradores e comerciantes deram cor ao asfalto.

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João Caramez

Em 2010, aceitei o convite para atuar como repórter estagiário no Portal Gaz, da Gazeta Grupo de Comunicações. Era o período de expansão do site, criado em 2009, que tornou-se referência em jornalismo online no Vale do Rio Pardo. Em 2012, no ano da formatura na graduação pela Unisc, passei a integrar a equipe do jornal impresso, a Gazeta do Sul, veículo tradicional de abrangência regional fundado em 1945. Com a necessidade de versatilidade para o exercício do jornalismo multimídia, adquiri competências em reportagem, edição, diagramação e fotografia para a produção de conteúdo em texto, áudio e vídeo. Entre as funções, fui editor de País/Mundo e repórter de Geral. Atualmente, sou repórter de Esporte e produzo conteúdo para o site Portal Gaz e jornal Gazeta do Sul. Integro a mesa de debatedores do programa 'Deixa Que Eu Chuto', da Rádio Gazeta FM 107,9, desde 2018. Em 2021, concluí uma pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios pela Ulbra.

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