Ameaçado de ser excluído do Campeonato Paulista do ano que vem por não ter um estádio com capacidade para 10 mil pessoas, o Água Santa, clube de Diadema, teve um novo problema na manhã deste sábado, 7. Parte do estádio José Batista Fernandes, que está sendo reformado para atender as normas da Federação Paulista de Futebol (FPF), desabou e deve atrasar ainda mais o término da obra, que tem previsão para ser entregue no dia 15 de dezembro.
“A parte que caiu comportava 1.200 lugares. Aconteceu onde irá ficar as cadeiras cativas”, revelou Paulo Farias, presidente da equipe recém promovida à elite do futebol paulista. O fato ocorreu dois dias depois do clube enviar documentos para a FPF na tentativa de permanecer na primeira divisão do estadual em 2016. O documento enviado é assinado por dois engenheiros, Eduardo Forte Battagin e Tiago de Souza Luz, que afirmam que a obra tem capacidade para 10.179 espectadores.
Apesar do acidente, o cartola acredita que não haverá atrasos na obra, mas pediu “sensibilidade dos clubes”. “Não vai ter atrasos. Vamos conseguir reverter isso sim. Vamos colocar tubulares fixas, pois elas são rápidas para colocar e poderemos receber as grandes equipes”, disse. “Ainda não fomos notificados [pela FPF] e esperamos a sensibilidade dos clubes e da própria Federação”, ressaltou.
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Ainda não há informações do que causou o desabamento parcial das arquibancadas. Segundo Paulo não houve vítimas. Caso o Água Santa seja excluído da competição, o Mirassol, quinto colocado da segunda divisão em 2015, herdará a vaga e o Água Santa disputará novamente a Série A-2.
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