Cerimônia ocorre às 17h30, no Palácio das Soberanas, na Casa de Cultura Cloé Azambuja, no Parque do Chimarrão | Foto: Cristiano Rosa/Traço D
A Associação das Soberanas da Festa Nacional do Chimarrão realiza, neste sábado, 9, durante a 18ª Fenachim, a cerimônia da 2ª edição do prêmio ‘Mulheres Soberanas’. A homenagem reconhece personalidades que tiveram atuação de destaque nas edições da festa, especialmente na trajetória das soberanas do maior evento de Venâncio Aires.
Nesta edição, serão homenageadas Cloé Reis de Azambuja (in memoriam) e Beatriz Regina Krug Colombelli, duas mulheres cujas trajetórias se entrelaçam com a própria história da Fenachim.
A solenidade ocorre às 17h30, junto ao Palácio das Soberanas, na Casa de Cultura Cloé Azambuja, no Parque do Chimarrão, integrando a programação especial dos 40 anos da Fenachim. O espaço cultural, que durante o ano é sediado para atividades do Grupo Folclórico Essência da Tradição, inclusive, leva o nome de Cloé, que faleceu em 2017.
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Criada pela associação, a distinção busca reconhecer nomes que contribuíram de forma significativa para a construção e fortalecimento da Fenachim. As homenageadas foram escolhidas por meio de indicação das próprias soberanas, sendo definidas a partir de uma votação entre as sócias da entidade.
Beatriz Colombelli construiu uma caminhada marcada pelo envolvimento com a cultura, o tradicionalismo e a comunidade venâncio-airense. Natural do interior de Santa Cruz do Sul e moradora de Venâncio Aires há mais de cinco décadas, recebeu, em 2022, o título de Cidadã Venâncio-Airense. Sua ligação com a Fenachim começou ainda na primeira edição, em 1985, quando, a convite de lideranças da época, atuou na preparação das candidatas e integrou a organização do evento.
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Naquele ano, também apresentou o cerimonial do concurso que elegeu as primeiras soberanas da festa, ao lado de Walter Kuhn, além de integrar a Comissão Social e de Divulgação. Ao longo dos anos, manteve presença ativa em diferentes edições, colaborando com a organização, incentivando candidatas e contribuindo para o fortalecimento da Fenachim.
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Com atuação profissional como secretária executiva, consolidou-se posteriormente como referência na área cultural e no tradicionalismo. Durante 22 anos, assinou voluntariamente a coluna “Cultura Gaúcha”, no jornal Folha do Mate, abordando temas do tradicionalismo em âmbito local, regional e estadual. Atualmente, é responsável pelas exposições do Museu de Venâncio Aires, mantendo viva a memória e a identidade do município.
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Já Cloé Reis de Azambuja (in memoriam) foi uma das grandes referências culturais de Venâncio Aires. Nascida em Cerro Largo, estabeleceu-se no município a partir da década de 1970, onde teve atuação marcante nas áreas da educação, cultura e vida comunitária. Exerceu funções importantes como delegada de Ensino e participou ativamente da criação e fortalecimento de iniciativas culturais locais, incluindo a Casa de Cultura do município.
Sua contribuição à Fenachim foi significativa, especialmente nas primeiras edições, atuando na organização e no desenvolvimento das programações culturais. Reconhecida pelo comprometimento com a comunidade, Cloé deixou um legado que segue inspirando gerações. Ela faleceu em 2017, mas sua história permanece viva na memória cultural de Venâncio Aires.
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O prêmio Mulheres Soberanas reforça o propósito da Associação das Soberanas de valorizar histórias, reconhecer trajetórias e preservar a essência da Fenachim. Em um ano simbólico, que celebra quatro décadas da festa, a homenagem ganha ainda mais significado ao destacar mulheres que, com dedicação e protagonismo, ajudaram a construir um dos maiores eventos culturais do Estado.
A expectativa é de que a cerimônia reúna soberanas de diferentes gerações, autoridades e comunidade em um momento de emoção, reconhecimento e valorização da história local, reafirmando que a Fenachim é feita por pessoas e histórias que seguem sendo celebradas ao longo do tempo.
O prêmio Mulheres Soberanas reforça o propósito da Associação das Soberanas de valorizar histórias, reconhecer trajetórias e preservar a essência da Fenachim. Em um ano simbólico, que celebra quatro décadas da festa, a homenagem ganha ainda mais significado ao destacar mulheres que, com dedicação e protagonismo, ajudaram a construir um dos maiores eventos culturais do Rio Grande do Sul.
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