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Atendimento médico feito por helicópteros deve acabar no Estado

O Governo do Estado deve desativar nos próximos dias o atendimento médico feito pelo ar. O serviço conta com dois helicópteros e uma equipe de 15 médicos e enfermeiros, em um investimento que totalizou cerca de R$ 26 milhões de investimento em 2012. Em entrevista à imprensa da Capital, o secretário de Saúde, João Gabbardo, classifica o atendimento como “totalmente dispensável”. O serviço é feito por meio de um termo de cooperação entre a Brigada Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

De acordo com a coordenação do serviço, em 2014 foram realizados 140 atendimentos – incluindo os resgates dos feridos no acidente com um ônibus em Glorinha e as vítimas do ataque de abelhas que praticavam rapel em Maquiné. Já o governo afirma que foram apenas 24 atendimentos. O coordenador Maicon Vargas explica que a diferença existe pelo fato de o Estado levar em conta apenas os chamados via central estadual.

Se o serviço for de fato extinto o objetivo do governo é tentar ter de volta pelo menos 70% do total investido dois anos atrás. Para futuras ocorrências o atendimento vai ser feito pela Brigada Militar por terra e empresas privadas. O serviço aeromédico custa mensalmente ao Estado R$ 156 mil.

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