ATUALIZADO ÀS 18 HORAS
A volta para casa depois de dois dias em São Paulo poderia ter sido uma viagem comum para o santa-cruzense Régis Jean Severo, de 24 anos, não fossem os imprevistos ocorridos durante o voo 2916. O avião da companhia Azul partiu do aeroporto de Congonhas, São Paulo, por volta das 20 horas dessa sexta-feira e deveria ter aterrissado entre 21h45 e 22 horas no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Porém, uma falha técnica fez com que a aeronave tivesse que sobrevoar por mais uma hora, deixando os passageiros apreensivos.
Segundo o fisioterapeuta, que havia ido para São Paulo com outros três colegas para realizar curso, o comandante informou que precisariam voar por mais algum tempo devido a um problema técnico e que pousariam na Base Aérea de Canoas. “Pensamos que fosse algum problema no aeroporto de Porto Alegre, até porque ele disse que o pouso seria em Canoas. O comandante agiu calmamente, sem apavorar ninguém. Apenas pediu que ficássemos todos sentados e com os cintos. Mas quando o avião começou a se aproximar do aeroporto, nos preocupamos. A velocidade estava menor do que a normal em pousos e o avião estava muito instável. Quando tocou o chão o impacto foi maior também“, relatou neste sábado, 30.
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Depois que a aeronave chegou na pista, os passageiros teriam percebido que a situação era mais grave do que pensavam. “Vimos ambulâncias em volta e bombeiros. Como a pista do aeroporto de Canoas é mais longa, deduzimos que se tratava de um problema no freio do avião. Mas ninguém explicou nada. Esperamos ainda mais meia hora dentro da aeronave até a liberação para desembarque”, contou.
Em nota, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras informou que o avião registrou problemas técnicos e precisou alternar a rota para o aeroporto de Canoas. Chegando lá, a companhia providenciou transporte para todos os passageiros. “A companhia está prestando toda assistência necessária a seus clientes de acordo com a resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A Azul lamenta eventuais transtornos e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações”, divulgou a Azul.
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