De acordo com a imprensa da capital, não há débito entre a Arena Porto-Alegrense e os bancos que financiaram a construção do estádio. Quem garantiu isso foi o diretor financeiro do Banrisul, Ricardo Hingel. No entanto, ainda existe o risco de a Arena não ter recursos para receber jogos do Grêmio.
Na quarta-feira, 13, veio à tona a informação de que a Arena corre risco de fechar as portas, devido a prestações de financiamento atrasadas, o que o Banrisul desmente. De acordo com Higel, não há inadimplência.
Para a construção da Arena, foram financiados R$ 230 milhões junto ao Santander, Banrisul e Banco do Brasil. Os valores arrecadados nos jogos e cerca de R$1,8 milhão que o Grêmio repassa todos os meses são depositados em uma conta centralizadora, que é administrada pelo Banrisul. Sempre que o Tricolor manda um jogo, o recurso para bancar gastos como bilheteria e segurança é retirado da conta com o aval dos três bancos.
Publicidade
Com a crise vivida pela OAS, empresa investigada na Operação Lava-Jato, o Banco do Brasil teme que as parcelas não sejam mais depositadas. Por isso, quer garantir o dinheiro da conta centralizadora para bancar o financiamento, impedindo repasses de custeio da operação. Já Banrisul e Santander discordam e aceitam liberar as verbas para garantir a realização dos jogos.
Higel deixou claro que o Banrisul aceita liberar os recursos, já que o estádio precisa estar em funcionamento para que o financiamento seja pago. Já o Santander emitiu uma nota oficial e fala em encontrar solução para o problema. “O Santander esclarece que está empenhado em encontrar uma solução que garanta a continuidade das operações da Arena do Grêmio”, diz o texto.
O Banco do Brasil não se pronunciou sobre o assunto.
Publicidade
This website uses cookies.