A Brigada Militar irá rever a estratégia de policiamento nos pequenos municípios do Estado. Em alguns casos, dois PMs, ou até menos, se revezam na segurança ostensiva. O novo comandante-geral da corporação, anunciado nessa quarta-feira pelo governador José Ivo Sartori, Andreis Dal’Lago, se diz preocupado com o aumento de crimes graves nas localidades atendidas pelas patrulhas intermunicipais (Patrim).
O coronel afirma que ajustes nessas comunidades onde estão acontecendo delitos graves, como ataques a bancos, mas com uso de pessoas como escudo humano, serão feitos. Atualmente as patrulhas intermunicipais são compostas por policias de cidades distantes em até 25 quilômetros entre si. As guarnições se revezam em turnos de patrulhamentos, fazendo com que algumas localidades fiquem sem nenhum brigadiano por algumas horas, atraindo criminosos.
Concurso
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Segundo o comandante-geral, em julho haverá a formação de 1.060 novos PMs. Eles se somam a outros 160 que foram incorporados em dezembro passado. Porém, não há previsão de quando os 700 aprovados no último concurso serão chamados. A reposição não dá conta do ritmo de policiais que estão indo para a reserva, reconhece Dal’Lago. “Estamos com um deficit histórico. Em 2016, já são 2 mil novos aposentados, e esse ritmo vem aumentando desde 2014”, diz o comandante.
Mudanças na Brigada Militar
Com as alterações no comando-geral da Brigada Militar, a corporação também terá mudanças em outros postos. O novo comandante de policiamento da Capital (CPC) será o coronel Jefferson de Barros Jaques, atual corregedor da BM, que substituirá o coronel Mário Ikeda. Ikeda se torna subcomandante-geral. E ainda não está definido quem será o novo corregedor da corporação.
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