O Boca Juniors informou nesta quarta-feira, 20, que já iniciou o processo para expulsar os sócios envolvidos no incidente ocorrido no estádio La Bombonera, no jogo contra o River Plate, que culminou na eliminação do time na Libertadores. O clube divulgou os nomes dos 11 sócios que foram identificados na confusão durante a partida da última quinta-feira, 14, e disse que os dados já estão com a promotora do caso, Susana Callejas. Entre eles está Adrián Napolitano, “el panadero” (o padeiro), barrabrava torcedor do Boca que atirou gás tóxico em jogadores do River.
Na tarde de terça-feira, 19, a Conmebol informou em suas redes sociais que o recurso do Boca Juniors à Câmara de Apelações da entidade foi negado e o clube terá de cumprir todas as punições previstas inicialmente. Devido à atitude de seus torcedores, o clube foi desclassificado da competição. Além disso, terá que jogar as próximas quatro partidas como mandante e outras quatro como visitante em qualquer competição sul-americana sem seus torcedores. Também houve multa de aproximadamente R$ 600 mil.
O incidente
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O segundo tempo do clássico entre Boca Juniors e River Plate, pelas oitavas de final da Libertadores, não foi reiniciado no horário previsto em virtude da violência contra o time visitante na Bombonera, em Buenos Aires. Após um primeiro tempo sem gols, resultado que classificaria o River devido à vantagem obtida na partida de ida (1 a 0), os jogadores da equipe visitante foram atingidos por substância tóxica.A partida ficou interrompida por mais de uma hora até que a arbitragem determinou que ela fosse suspensa. Quatro jogadores do River tiveram inflamação na córnea devido ao contato com o gás.
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