Foto: Arquivo/Gilberto Marques
O Rio Grande do Sul deve receber, na próxima quarta-feira, 27, um novo lote com 536 mil doses da vacina contra a gripe, enviadas pelo Ministério da Saúde (MS). Assim que chegar à Secretaria da Saúde (SES), o quantitativo será distribuído às coordenadorias regionais, que farão o repasse aos municípios para aplicação na população.
A logística segue o mesmo modelo adotado desde o início da campanha, com o objetivo de garantir agilidade na distribuição e ampliar o acesso à vacinação em todo o Estado. As novas doses permitirão dar continuidade à imunização dos grupos prioritários contra o vírus influenza.
Com esse envio, o número de doses recebido pelo Rio Grande do Sul atingirá cerca de 3,4 milhões em 2026. A expectativa é que esse número totalize aproximadamente 5,2 milhões de doses até o final da campanha destinada aos públicos prioritários definidos pelo MS.
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Desde o início da campanha, em 28 de março, cerca de dois milhões de pessoas já foram vacinadas no Rio Grande do Sul. Entre os principais grupos prioritários — crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes — a cobertura vacinal está em 41%. Juntos, esses públicos já receberam aproximadamente 1,3 milhão de doses.
A meta de vacinação é de 90% de cobertura, direcionada especificamente a crianças, idosos e gestantes, que fazem parte da vacinação de rotina e possuem estimativas populacionais definidas pelo MS. Para os demais públicos prioritários, o acompanhamento é feito com base no número de doses aplicadas.
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A vacinação é a principal forma de prevenir complicações causadas pela gripe. Além de reduzir o risco de casos graves, a imunização contribui para diminuir internações e óbitos, ajudando a proteger toda a população. A SES reforça a importância de que as pessoas que fazem parte dos grupos prioritários procurem a unidade de saúde mais próxima para se vacinarem. Esses públicos foram definidos por apresentarem maior risco de agravamento da doença ou maior exposição ao vírus.
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Os dados mais recentes de hospitalizações por gripe no Rio Grande do Sul reforçam a importância de proteger os grupos mais vulneráveis, especialmente crianças e idosos. Em 2026, o Estado já registrou 782 internações por síndrome respiratória aguda grave (Srag) causadas pelos vírus da influenza A (H1N1 e H3N2) e B.
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Desses, cerca de sete em cada dez internações foram de crianças de até quatro anos e de pessoas idosas. Nos óbitos, o impacto entre os idosos é ainda maior: oito em cada dez mortes por gripe no Estado foram de pessoas com 60 anos ou mais.
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Os dados do painel estadual de Srag também mostram, na prática, o quanto a vacina protege:
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Relação dos grupos prioritários e suas estimativas populacionais no Estado:
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