Os motoristas que trafegam pelos 35,82 quilômetros da RSC–153 entre os municípios de Barros Cassal e Soledade precisam serpentear entre verdadeiras crateras presentes em pontos aleatórios do asfalto para evitar possíveis danos aos veículos. Os últimos reparos no trecho foram efetuados em novembro passado e novas intervenções dependem da análise do contrato com a empresa responsável pela conservação e manutenção da rodovia, que está sendo realizada pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). Sem um prazo para o reinício dos serviços, a situação preocupa aqueles que dependem do trajeto.
Pelo menos duas vezes por semana, Douglas Luiz Zanovello, de 44 anos, precisa utilizar a rodovia para o transporte de cargas de uma empresa de materiais elétricos entre Erechim e Santa Cruz do Sul. Prefere o trajeto por poupar uma hora de percurso, se comparado com a BR–386, mas explica que a situação do trecho é precária e perigosa. “Toda vez que tenho que passar por aqui rezo para não estar chovendo. Com chuva os buracos enchem de água e não conseguimos identificar. Alguns ocupam metade da pista e somos obrigados a desviar quando possível para não correr risco de furar um pneu. Nunca aconteceu, mas ouvimos vários relatos”, afirma.
Publicidade
This website uses cookies.