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Crescimento de 45,4% marca resultado da Sicredi Vale do Rio Pardo em 2025

Como um ambiente de transformação, a Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Sicredi Vale do Rio Pardo ocorreu na última quinta-feira, 23, no auditório da sede administrativa, em Santa Cruz do Sul. Com a presença da diretoria, executivos, conselheiros de Administração e Fiscais, delegados de núcleo, gestores, assessores e imprensa, o encontro anual apresentou os resultados, ações sociais e conquistas da cooperativa em 2025, além de tomada de decisões importantes para o desenvolvimento da instituição e da região.

Foi o evento final de todo processo assemblear após os encontros presenciais com os associados na região. O evento ainda contou com uma palestra show, embasada na neurociência, realizada pela dupla Léo e Iara, e uma apresentação teatral relativa aos 10 anos do Programa Cooperativas Escolares.

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O ciclo de assembleias de núcleo, realizado com o quadro social, ocorreu de 9 de fevereiro a 9 de abril de 2026, um total de 34 eventos em todos os municípios da região de abrangência. A AGO é o momento de maior intensidade, em que os delegados de núcleo representam os associados nas pautas que orientam o futuro da Sicredi Vale do Rio Pardo, como a prestação de contas e a destinação de resultados. Em 2025, o corpo associativo da instituição aumentou 7,8% em relação ao ano anterior, fechando o ano com 79,8 mil associados.

No que diz respeito ao resultado, a cooperativa teve uma evolução de 45,4%, o que representou um valor de R$ 119,5 milhões, sendo aprovada na assembleia a distribuição de mais de R$ 29 milhões diretamente aos associados. “Celebramos uma nova marca histórica quando falamos no resultado positivo de 2025. Um fator importante para o fortalecimento e solidez da cooperativa nos âmbitos econômico e social com valores importantes de retorno aos associados via rateio ou através dos Fundos da área social. É o futuro próspero sendo construído por todas as pessoas que acreditam na força do cooperativismo”, destacou o presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Álvaro Petry.

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Outros números importantes de 2025 apresentados na assembleia dizem respeito a R$ 1,3 bilhão em crédito concedido, R$ 3 bilhões em depósitos totais, R$ 2,9 bilhões em ativos totais e R$ 479,5 milhões em patrimônio líquido. Além do impacto econômico, a cooperativa é muito ativa na sociedade, com a realização de investimentos em programas e iniciativas sociais, educacionais, culturais e ambientais. O Programa Crescer, focado na educação cooperativista para associados, lideranças e comunidade, formou 3.477 pessoas no ano passado.

Os programas educacionais são exemplos de transformação social nos nove municípios de atuação da Sicredi Vale do Rio Pardo. Em 2025, o Programa Cooperação Na Ponta do Lápis contabilizou mais de 287 mil pessoas alcançadas pelas ações de educação financeira, sendo 1.199 crianças e adolescentes impactados. No Finanças na Mochila, programa dedicado à formação de educadores com o tema da educação financeira, foram
 2.800 estudantes impactados em
 42 escolas participantes.

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Cooperativas Escolares

O Programa Cooperativas Escolares completou 10 anos em 2026, somando 35 cooperativas escolares ativas e mais de 1.200 jovens impactados. Com apresentações durante o ano comemorativo, quatro egressos do programa, que fazem parte do Movimento de Oportunidades, Vivências e Experiências (Move), apresentaram um relato de vivências e experiências que conta a história do cooperativismo escolar. Na assembleia, eles subiram ao palco não para apenas um momento de entretenimento, mas para materializar por meio da oratória os valores aprendidos com a iniciativa.

A apresentação representa uma viagem pela história do cooperativismo escolar, fazendo uma correlação entre os itens trazidos pelo Padre Amstad, como registros fotográficos, vestimentas, entre outros. Os egressos ainda apresentaram os dados do programa, a importância de vestir a camiseta e os principais planos da iniciativa para impactar positivamente a vida dos jovens associados e das comunidades.

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Fundo Social

Durante o ciclo de assembleias de núcleo, além da prestação de contas e definição dos rumos da instituição, a cooperativa entregou as placas simbólicas para as entidades contempladas com os recursos do Fundo Social. Neste ano, foram 290 beneficiadas em nove municípios da região, o maior número de projetos impactados pela iniciativa, representando um repasse de mais de R$ 2,1 milhões.

Conforme o presidente da instituição, Heitor Álvaro Petry, em mais um ciclo do Fundo Social, a cooperativa está apoiando ações, projetos e programas de interesse coletivo. “Enquanto cooperativa, nosso papel é fomentar o desenvolvimento regional. O Fundo Social vem do resultado que o associado gera e que volta para a própria comunidade. Com o movimento, é possível ajudar a dar segmento ou incentivar novas ações que impactam positivamente a vida das pessoas, comunidades e ecossistema”, destacou.

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O processo iniciou com o cadastro das entidades entre novembro de 2025 e janeiro deste ano. Logo após, um comitê local avaliou cada proposta com base nos critérios do edital e no potencial de impacto social. O teto padrão para cada projeto foi de até R$ 10 mil. Alinhados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), os projetos abrangem áreas como educação, cultura, esporte inclusivo, saúde, meio ambiente, segurança, inclusão social e desenvolvimento local.

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As instituições beneficiadas estão distribuídas nos nove municípios de abrangência da Sicredi Vale do Rio Pardo: General Câmara (14), Herveiras (16), Passo do Sobrado (13), Rio Pardo (15), Santa Cruz do Sul (119), Sinimbu (26), Vale Verde (8), Venâncio Aires (52) e Vera Cruz (27). Mais informações e números gerais da cooperativa podem ser conferidos no Relatório Anual 2025, disponível no site da cooperativa.

Antigo Kaempf

Durante a Assembleia, Heitor Petry também apresentou em primeira mão aos coordenadores e lideranças, um projeto inicial das ideias relativas à área do antigo Sanatório Kaempf, adquirido pela cooperativa em 2025. Conforme o presidente, a intenção é preservar o prédio principal com as características originais, como forma de manter viva a história do local, que atendeu mais de 100 mil pessoas no século passado.

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Lavignea Witt

Me chamo Lavignea Witt, tenho 25 anos e sou natural de Santiago, mas moro atualmente em Santa Cruz do Sul. Sou jornalista formada pela Universidade Franciscana (UFN), pós-graduada em Jornalismo Digital e repórter multimídia na Gazeta Grupo de Comunicações.

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