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Falta de investimentos ao longo dos tempos prejudica setor energético

A eletrificação rural, na visão dos municípios e das empresas e cooperativas distribuidoras de energia, foram apresentadas na manhã desta segunda-feira, 6, durante o seminário “Energia – A Qualidade que o Brasil Precisa”. Conforme o deputado Adolfo Brito (PP) presidente da Comissão de Agricultura, órgão técnico que promove o evento, o tema discutido nos dois primeiros painéis apontou para a necessidade de recursos e investimentos pesados em energia elétrica e produção de fontes alternativas, como a energia solar, biomassa e eólica, entre outras.

Ainda segundo os palestrantes, há 120 mil propriedades rurais no Rio Grande do Sul que trabalham com energia monofásica, insuficiente para atender às demandas do campo, dentre elas, a de irrigação. “Atualmente, para irrigar apenas 10% da área total disponível para plantação no Estado, seria necessário disponibilizar três vezes mais volume de energia por hora do que atualmente é ofertado”, disse Fábio Avancini Rodrigues, diretor da Farsul, um dos painelistas. Além disso, os convidados destacaram problemas estruturais básicos, como a precariedade dos postes de transmissão de luz.

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