Os protestos de servidores municipais contra a aprovação da lei que restringe o pagamento de vale-alimentação chegaram nessa segunda-feira, 24, à 11ª semana na Câmara de Santa Cruz. Embora em menor número do que há algumas semanas, municipários, munidos de faixas e cartazes, voltaram a pressionar os vereadores da base governista com provocações e vaias durante toda a sessão.
A maioria dos parlamentares se manteve sem falar – silêncio que já dura mais de dois meses. Mais uma vez, a exceção foi Hildo Ney Caspary (PP) que, sob vaias, fez um discurso em defesa da produção de tabaco.
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Enquanto a sessão transcorria, um assessor fazia piada com o fato de os vereadores governistas estarem acuados e sem usar a tribuna devido aos protestos. “Já nem lembro como é a voz deles”, brincava.
Frequentador assíduo da Câmara de Santa Cruz, o contador aposentado Cláudio Cariboni fez um protesto silencioso nesse segunda, uma semana após os vereadores rejeitarem a sua indicação para uma vaga de suplente no conselho-diretor da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados (Agerst).
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Cariboni, que havia sido escolhido em votação pública na qual foi candidato único para ser o representante dos consumidores na agência, estendeu um cartaz no plenário em que afirmava ter sido “eleito democraticamente” e chamava a rejeição de “erro grosseiro”. “Que Deus perdoe os senhores edis por seu erro. O Cariboni já os perdoou”, dizia o material.
Foto: Divulgação
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