O spray de pimenta lançado no túnel que leva ao gramado do La Bombonera, com o objetivo de atingir os jogadores do River Plate no retorno para o segundo tempo do clássico com o Boca Junior, em jogo válido pelas oitavas de final da Libertadores, não teria sido obra de um único torcedor. Segundo o jornal “Olé”, a ação partiu de um grupo de dissidentes da principal organizada do clube xeneize, a La 12.
De acordo com a publicação, escutas da Polícia Federal dão conta que a Lomas de Zamora já pretendia preparar uma surpresa que causasse grande polêmica na partida. Não se sabe, no entanto, se a organizada apenas planejava soltar o drone com o fantasma da Série B, o que de fato aconteceu, ou se o episódio envolvendo spray de pimenta também é obra dos dissidentes.
O que motivou a ação teria sido um impasse na distribição dos ingressos. O Lomas e outros setores dissidentes queriam pressionar a direção do Boca para que fossem incluídos na negociação das entradas. A La 12, organizada mais conhecida, se manifestou negando a autoria da ação.
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