A cidade de Buenos Aires amanheceu parada nesta terça-feira, 9, devido a uma greve dos funcionários do setor de transportes para exigir melhores salários. A paralisação deve durar 24 horas e foi convocada por organizações sociais e sindicatos de esquerda na capital e nas principais cidades do interior da Argentina.
Além dos transportes, aderiram à greve funcionários dos serviços de coleta de lixo domiciliar, de distribuição de alimentos e de entrega de combustíveis aos postos de serviços. “É uma paralisação que lamentavelmente ocorre porque as autoridades não querem negociar e ouvir as reclamações dos trabalhadores”, disse ao “La Nación” o sindicalista Roberto Fernández.
A paralisação é a quinta desde que Cristina Kirchner assumiu a presidência, em 2007, e a segunda em dois meses para rechaçar o estabelecimento de tetos para os aumentos de salários acertados pelos sindicatos com as empresas. Outra reivindicação do movimento sindical é a eliminação ou a redução ao mínimo do imposto sobre os lucros, que onera os salários.
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VOOS
Segundo o “La Nación”, não há voos domésticos partindo de aeroportos. Alguns voos internacionais, no entanto, foram mantidos. A TAM e a Gol informaram o cancelamento de voos entre São Paulo e Buenos Aires.
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