Mesmo diante do atraso e da falta de repasse de recursos por parte do Estado, os hospitais filantrópicos do Vale do Rio Pardo seguram as pontas para não restringir o atendimento à população. A medida, no entanto, não está descartada e deve ser ser tomada caso o governo não sinalize o pagamento por procedimentos realizados pelo Sistema Unico de Saúde (SUS) na próxima semana.
A promessa das lideranças do Estado, segundo o administrador do Hospital Santa Bárbara (HBS) e presidente do Sindicato dos Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Vale do Rio Pardo (Sindhvarp), Celso Teixeira, é de promover uma reunião com a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Rio Grande do Sul e demais órgãos competentes entre segunda e terça-feira. A data foi anunciada após o protesto de dirigentes e funcionários de hospitais de todas partes do Estado na quarta-feira, em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre.
Apesar da situação delicada, Teixeira afirma que o HBS não pretende reduzir os atendimentos enquanto for possível. Ele reclama dos repasses atrasados referente a serviços prestados em outubro e novembro do ano passado e o corte no repasse do cofinanciamento da saúde. Além disso, o HBS recebeu 50% a menos do valor do teto da Média e Alta Complexidade (MAC) previsto para abril. Na região, no Hospital Beneficente Sinimbu os recursos atrasados, atualmente somam em torno de R$ 130 mil. No Hospital Vera Cruz (HVC) tem a receber do Estado em torno de R$ 95 mil.
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