Conte sobre sua trajetória no esporte como atleta, técnico e dirigente, pessoas importantes que o influenciaram e apoiaram nesta sua história.
Como atleta, joguei no Juventude de Vila Arlindo, Linha Nova e Clube Vera Cruz, mas parei cedo. Já a minha trajetória como técnico no futebol amador foi de sucesso, principalmente pela montagem do elenco que estava à disposição da equipe todos os finais de semana. Acho que esse foi o grande diferencial, onde houve envolvimento muito grande das famílias dos atletas. Nunca foi a questão financeira. Disputamos campeonatos em Vera Cruz, Santa Cruz, Venâncio Aires e o regional da Aslivata.
Fale um pouco sobre as grandes alegrias, os títulos conquistados, as piores derrotas, no futebol e futsal.
Entre as grandes alegrias no futebol de campo, que foram muitas, preciso destacar o campeonato regional da Aslivata, conquistado no ano de 2004, no estádio Florestal, em Lajeado, diante de um público de 4.500 pessoas contra a forte equipe do Águia Azul de Fazenda Vila Nova, que era formada basicamente por ex-profissionais. O Juventude atuou com Oneide,Jairzinho, Júlio, Marcos Rivelino e Luciano, Marlon, Eldor, Jairo Peiter e Elson, Fernando e Toquinho. No grupo, muito qualificado, ainda jogaram Alex Keller, Marvel, Clecio, Emersom, Itacir, Ona, Vini, Cabrera, Rodrigo Lameira, Sabiá, Cascão e o saudoso Everton Schuh, o Gucho, como auxiliar técnico do Darley Costa.
No futsal, devo destacar o Campeonato Estadual de 2017, em que a Assoeva sagrou-se campeã contra o Atlântico de Erechim e também o fato de termos ido até a grande final da Liga nacional de futsal contra Joinville. Prefiro não mencionar as derrotas, porque sempre considero que nelas é que encontramos o maior aprendizado e, com certeza, as que aconteceram foram muito importantes para essas grandes conquistas.
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Quais as principais dificuldades no amador e no profissional para se manter em atividade e ser competitivo?
Posso dizer que, principalmente na década de 90, faziam-se equipes baseadas em relacionamento e cooperação mútua. Hoje está muito difícil fazer futebol no interior, porque cada atleta assume compromisso com, no mínimo, três times, e nos momentos decisivos pra tê-los em campo, normalmente acontece um leilão. Por esses fatores, sinto que muitas pessoas deixam de se envolver no futebol e no futsal. Nos últimos anos, perdemos competitividade devido à diferença de poder de investimento entre as diferentes regiões.
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