A assessoria do Ministério das Cidades, órgão ao qual o Departamento Nacional de Trânsito e a CBTU – estatal federal de trens urbanos – são ligados, disse que a pasta “vai contribuir com todas as investigações, da forma como for necessário” com a Operação Lava Jato e ressaltou que avalia a abertura de uma sindicância para apurar os fatos.
O dono do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, citado como intermediário de pagamento a políticos do PP por meio de um contrato firmado pela Federação Nacional da Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), disse que nunca conheceu Alberto Yousseff. “Eu tinha 25% de uma empresa que foi contratada pela Fenaseg, mas o nome dela não era GRF, como consta na declaração”, iniciou.
Montenegro diz que sua empresa, a Gravanis, foi escolhida para montar uma base de dados para a Fenaseg após comparação com duas concorrentes. “Foi um negócio com empresas privadas, nada a ver com política”.
Ele disse ainda que a atuação do Ibope “sempre desagrada a algum político, tanto que um deputado do PP pediu uma CPI”. “Essa história não tem nexo. É retaliação braba mesmo.” A Folha não localizou os demais citados.
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