Grêmio enfrentou dificuldades e não conseguiu superar o Torque
O Grêmio precisará disputar a repescagem na Copa Sul-Americana pelo segundo ano consecutivo. Apenas empatou com o Montevideo City Torque e amargou a segunda posição no grupo F. Na avaliação do técnico Luís Castro, o time uruguaio foi melhor no confronto direto e mereceu a classificação direta às oitavas de final da competição. As partidas da repescagem, contra um terceiro da fase de grupos da Libertadores, serão disputadas entre 22 e 29 de julho.
“Não atingimos o objetivo porque o Torque foi melhor que nós ao longo da fase de grupos. Não conseguimos ultrapassá-los porque perdemos no Uruguai e empatamos aqui. A diferença de terminar em primeiro ou em segundo reside no jogo que aconteceu lá e cá, eles somaram quatro pontos e nós apenas um. Em relação às outras equipes até tiramos vantagem, mas não nesse confronto direto”, comentou.
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Castro fez uma análise em relação ao desempenho da equipe na temporada. “O ano está a ser médio-baixo porque não estamos no lugar que queríamos. Temos oscilações na equipe, muito entra e sai. As pessoas esquecem do dia a dia, do conjunto de jogos, lesões, do projeto de utilizar jogadores mais jovens da base. Só se quer saber de resultado.”
Castro apontou o primeiro jogo da Sul-Americana como o principal motivo para não terminar a fase de grupos em primeiro lugar. Naquela partida, o técnico português optou por poupar os principais jogadores. “Não atingimos o objetivo porque o Torque foi melhor do que nós na fase de grupos. Perdemos lá e empatamos aqui. Não errei porque tenho confiança dos jogadores, no elenco. Todos estão em condições de jogar. Naquela partida, o Torque foi melhor do que nós”, avaliou.
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No final da partida, o goleiro Weverton e o atacante Braithwaite lamentaram o placar e a atuação da equipe gaúcha diante dos uruguaios na Arena. Weverton reconheceu a atuação abaixo do esperado do Grêmio no primeiro tempo e destacou ainda que a equipe não conseguiu impor o nível de competitividade necessário para sair com a vitória na Arena. “Realmente não foi um primeiro tempo bom. A gente não conseguiu ganhar nossos duelos, não conseguiu competir como jogar no Grêmio exige. E aí paga caro quando você sai perdendo nesse tipo de jogo. Os jogos da Sul-Americana, às vezes, é mais enrolado, é mais brigado. O juiz deixa o jogo mais morno e é difícil reverter o placar”, disse.
Diferentemente de Weverton, o dinamarquês adotou um tom mais sério e foi breve nas respostas. Ainda assim, da mesma forma que seu companheiro de equipe, o atacante comentou sobre as expectativas do Grêmio para a próxima fase da competição. “Agora temos dois jogos a mais e temos que ganhar. Esse é o momento para ganhar os jogos”, resumiu.
Quando se fala em possíveis saídas do Grêmio na próxima janela de transferências, Gabriel Mec aparece como um dos principais candidatos para deixar o clube — muito por conta da valorização obtida ao longo do primeiro semestre. O jogador disse que está feliz em Porto Alegre, mas que o futuro é incerto.
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“Isso é algo que eu não posso controlar. Estou feliz de poder estar ajudando o Grêmio. Toda vez que eu entro dou o meu melhor. E o futuro é incerto, então não tem como eu afirmar nada. Enquanto eu estiver aqui vou dar o meu melhor, vou me esforçar ao máximo”, declarou.
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