O volante Maicon foi apresentado nesta segunda-feira, 9, pela manhã, na Arena. O jogador de 29 anos chega ao Grêmio por empréstimo de uma temporada. O Grêmio utilizou como pagamento um crédito que o São Paulo tinha com o clube. Além de uma compensação financeira dividida até o fim do contrato, sem envio de jogadores. Ele deixou o São Paulo em baixa e deseja uma valorização na nova casa. Segundo ele, a perseguição da torcida havia se tornado uma questão pessoal.
“Críticas e elogios vão existir sempre. Fica complicado quando a vira uma questão pessoal e você se torna sempre responsável pelo e acontece. Sempre falei que é responsabilidade de todos. Se ganha ou perde, é todo mundo. Lá [no São Paulo] houve algo chato, mas passou. Estou em um grande clube, que é o Grêmio, e só falarei sobre o Grêmio. O que aconteceu lá, ninguém gosta”, afirmou.
Maicon garante que atua de “segundo volante e terceiro homem saindo”. Mas, se Luiz Felipe Scolari precisar, “joga em todas as funções do meio-campo”. Ele diz não temer eventuais momentos de pressão dado o momento de instabilidade por qual passa o clube, que tenta formar um time competitivo com poucos recursos.
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“Cobrança sempre vai existir, já passei por muitas coisas e estou disposto a encarar sempre. Não sou mais menino. O que me fez vir para cá, da maneira que o Rui (Costa, diretor executivo) me tratou, como falou comigo, que deseja que eu viesse para o Grêmio, me tratou como um jogador importante, não queria escutar se tinham outros interessados. Sempre falei para o meu empresario e no São Paulo, falei que queria vir para o Grêmio. Pedi ao vice-presidente, ao treinador, ao diretor, pela maneira com que o Rui me tratou. Pelo esforço que todos fizeram no momento complicado que o Grêmio passa. Estou muito feliz, não vejo a hora de poder jogar. Fazer o meu melhor e corresponder às expectativas”, afirmou o reforço.
A ideia de Maicon é jogar o quanto antes, basta Felipão querer. Ele lembra que está em plena forma devido ao seu aproveitamento recente no São Paulo. “Estava treinando até quarta passada, só não treinei porque estava com febre. Estava jogando, estou 100%, tinha jogado sete jogos dos últimos dez. Jogo em todas as posições no meio-campo, de segundo e terceiro homem. Quero ajudar”, avisou. Seu contrato precisa ser publicado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF até terça-feira para ele poder ficar ao menos no banco diante do Ypiranga, na quarta, pelo Gauchão.
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