As Agências FGTAS/Sine inseriram 1.066 mulheres no mercado de trabalho, nos meses de janeiro e fevereiro de 2016, em todo o Rio Grande do Sul. Desse total, 31,1% das mulheres possuíam entre 18 e 24 anos; 26,2%, de 30 a 39 anos; 16,9%, de 25 a 29 anos e 15,5%, de 40 a 49 anos.
Com relação à escolaridade, 34,1% possuíam ensino médio completo; 24,2%, fundamental incompleto; 16,8%, fundamental completo e 16,6%, médio incompleto. As funções com o maior número de colocações foram faxineira (135), alimentadora de linha de produção (134), atendente de lojas e mercados (114), operadora de caixa (86) e auxiliar nos serviços de alimentação (66).
Entre as trabalhadoras que buscam uma vaga no mercado de trabalho está Jaqueline Amarante Brum. Para ela, as empresas estão mais abertas às mulheres. “Hoje, conseguimos emprego mais facilmente do que os homens, mesmo desempenhando atividades como cuidar da família e da casa, além do trabalho. Acredito que a diferença é exclusivamente salarial e que, de um modo geral, falta qualificação profissional para ambos os sexos”.
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Já a trabalhadora Andreia Franques Goulart, que procura emprego como auxiliar administrativa, acredita que, além da diferença salarial, é mais difícil se reinserir no mercado de trabalho com o avanço da idade.
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