Rivelino

Marcos Rivelino: “Com todos os méritos, a Espanha tornou-se bicampeã mundial”

Com todos os méritos, a Espanha tornou-se bicampeã mundial. O ciclo é muito virtuoso, não por acaso ela também foi campeã olímpica e europeia. A força do futebol coletivo, no jogo apoiado e de posse de bola, com muita força na marcação alta, fez o time espanhol ser quase intransponível, sofrendo só um gol em oito jogos. Mesmo sem um craque diferenciado, os espanhóis esbanjaram técnica dentro de um modelo solidário de jogar futebol. Parabéns, Espanha!

Hermanos

A Argentina foi carregada, conduzida até a final pela genialidade isolada de Messi. Mostrou resiliência e indignação contra a Inglaterra. Parabéns. Mas na final, sucumbiu aos espanhóis, foi amplamente dominada, perdeu o título e a compostura, foi maldosa, violenta e agressiva durante e após o jogo. Paredes, Otamendi e até Ayala, da comissão técnica, são exemplos de maus perdedores, sem falar da falta de respeito com a Espanha na hora da entrega da taça. Que feio!

Obrigado, Messi

Aqui no Brasil, não há mais dúvidas de que Messi superou Maradona, e é só isso que se pode comparar. Aos 39 anos e seis Copas do Mundo, Messi conseguiu levar um time moldado para jogar em torno dele à final de um Mundial. Sem ele, a Argentina torna-se um time comum, sem direção e previsível. Nesta última, desfilou toda sua capacidade única e genialidade, barrada apenas pela armada espanhola.

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Politização

Vivemos tempos difíceis, no mundo todo, com guerras, fome, racismo, preconceito, corrupção, extorsão e mais uma porção de mazelas que só prejudicam a vida de milhões de seres humanos. O esporte é, ou deveria ser, um antídoto contra tudo isso, mas infelizmente não é mais. Acaba sendo até um vetor desse mal atual que é a politização no esporte.

Jogadores que ousam externar seus vieses políticos são massacrados por uma mídia que não tem nada de democrata, aliás, se você não for a favor deles, você não é nada, mesmo que dentro de campo, com a bola, tenha sido ou ainda é um craque da bola. Neymar e Messi que o digam. Credo!

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Lavignea Witt

Me chamo Lavignea Witt, tenho 25 anos e sou natural de Santiago, mas moro atualmente em Santa Cruz do Sul. Sou jornalista formada pela Universidade Franciscana (UFN), pós-graduada em Jornalismo Digital e repórter multimídia na Gazeta Grupo de Comunicações.

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Lavignea Witt

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