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O evento, que tem como tema “Mel: alimento, energia e saúde”, é destinado aos 21 grupos que compõem a Associação das Agricultoras, às agentes comunitárias de saúde e à Associação dos Apicultores, bem como à comunidade em geral.
A extensionista social da Emater/RS-Ascar Daniele Centa explica que o tema surgiu a partir do interesse dos apicultores do município em divulgar o produto. “Também constatamos que, além de divulgar o mel como alimento, nos resgates de receitas que realizamos com as agricultoras, poucas dessas receitas possuíam o mel como ingrediente base. Então, a partir do fórum, queremos incentivar o consumo do mel como alimento”, destacou Daniele.
A programação do evento conta com duas palestras, ministradas pelo técnico agropecuário da Emater/RS-Ascar de Candelária, Sanderlei Pereira, que abordará a importância da utilização do mel e do pólen na alimentação humana e as propriedades nutritivas e medicinais da geleia real e da própolis. Também será realizada a apresentação de receitas preparadas à base de mel pelas integrantes da Associação das Agricultoras de Arroio do Tigre.
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A extensionista social e nutricionista do escritório da Emater/RS-Ascar de Ibirapuitã, Ana Caroline Rauber Ebone, destaca que a composição nutricional do mel depende de muitos fatores, como, por exemplo, a origem do néctar, espécie de abelha que o produziu, tipo da flor e do solo e condições climáticas. A extensionista frisa ainda que o alimento é uma excelente fonte de nutrientes para o organismo humano. “As quantidades de vitaminas e minerais presentes no mel são pequenas. Quanto mais escuro o mel, maior a quantidade de polifenóis e melhor sua propriedade antibacteriana e antioxidante”, destaca. Os polifenóis formam um grupo de substâncias importantes e que são responsáveis pela aparência e propriedades funcionais do mel.
A extensionista lembra ainda que o mel é composto basicamente de frutose, já que é produzido pelas abelhas a partir do néctar das plantas. “A frutose é um tipo de carboidrato simples (açúcar), de absorção rápida no corpo, e possui alto poder de adoçar alimentos”, expõe Ana Caroline.
Dica – Com o passar do tempo, o mel acaba cristalizando. Ana Caroline ensina que, para deixar o produto líquido novamente, não se deve aquecê-lo acima de 40 graus. “Desta forma, suas enzimas não são destruídas e o mel não perde suas propriedades e características”, explica a extensionista.
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