Abertura de novo processo busca evidências de aumento da dívida no clube por má administração
O Ministério Público de São Paulo, por meio da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, abriu inquérito para apurar uma suposta gestão temerária que pode ter contribuído para o endividamento do São Paulo Futebol Clube.
A investigação se baseia em possíveis “atos administrativos com potencial dilapidação patrimonial, desvio de finalidade, favorecimento de terceiros ou familiares de dirigentes, e eventual utilização de recursos públicos ou benefícios fiscais, com risco de violação de direitos coletivos de relevante interesse social e lesão ao erário”, segundo o documento. A abertura do inquérito foi feita em 7 de janeiro, com o prazo de 30 dias para a apresentação de documentos e provas para o prosseguimento do processo, que tramita na vara cível.
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Em outro processo, este criminal, Nelson Marques Ferreira, ex-diretor adjunto de futebol do São Paulo, é alvo de uma investigação da Polícia Civil pela abertura de 15 empresas durante o período em que ocupou o cargo no clube, do início de 2021 até novembro do ano passado A Polícia Civil foi alertada sobre um eventual esquema no clube por uma denúncia enviada pelos Correios. No mesmo inquérito, Julio Casares, atual presidente do São Paulo, e o seu núcleo familiar também são investigados.
Nesta sexta-feira, 16, Julio Casares pode ser afastado da presidência do São Paulo. O Conselho Deliberativo votará um pedido de impeachment contra Casares baseado na denúncia tornada pública em dezembro do ano passado quanto a um suposto esquema de comercialização irregular de camarotes do MorumBis em dias de show.
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