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MP apura falta de vigilância na estação de tratamento de esgoto

O uso da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Pindorama, da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), no Bairro Santuário, como local para pastagens de animais – como búfalos e cavalos – e como área de banho está sendo apurado pelo Ministério Público. Em fevereiro, uma moradora repassou ao Ministério Público uma denúncia sobre a falta de fiscalização da área por parte da companhia. Uma diligência foi realizada nesta semana, para apurar a situação. A falta de vigilância, em uma área de 74 hectares, aliada às deficiências na estrutura, permite o fácil acesso ao local. Sem se dar conta dos riscos, especialmente à saúde, moradores das proximidades costumam frequentar à área. 

Nesta semana, a Gazeta do Sul esteve no local, assim como um profissional que realizava uma diligência para a Promotoria de Defesa Comunitária. A promotora Simone Spadari determinou que fosse realizada a diligência no local, com levantamento fotográfico. Um dos moradores, que acompanhou a visita do MP ao local, relatou sua preocupação com o caso.  “A Corsan só vem aqui para analisar a água. Depois que mataram aquele vigilante, derrubaram a guarita, e não tem mais vigilância aqui. Qualquer um entra”, contou.  Conforme o gerente da companhia em Santa Cruz do Sul, Armin Haupt, o local deverá ser isolado com blocos de concreto. Segundo Haupt, a obra de cercamento deve ter um custo aproximado de R$ 2,5 milhões e ocorrerá nos próximos meses. 

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