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Polícia Civil responsabiliza casal e filha por prática de tortura contra deficiente

A Delegacia de Polícia de Arroio do Tigre concluiu investigação responsabilizando casal e filha por prática de tortura contra deficiente. Conforme a delegada Graciela Foresti Chagas o casal detinha a curatela da deficiente, prima de ambos, há onze anos. Recentemente vizinhos e membros da Associação de Pais e Amigos dos Excpecionais (Apae) de Arroio do Tigre (frequentada pela vítima) efetuaram registro de ocorrência revoltados com as práticas do casal e da filha.
De acordo com as investigações a vítima era espancada diariamente, submetida a trabalhos domésticos forçados e, ainda, privada de alimentação e roupas adequadas. Alguns depoimentos colhidos informam que mãe e filha se “revezavam quando cansavam espancando a vítima” enquanto esta executava tarefas de limpeza da casa e “apanhava quieta, sem esboçar reação”.
Conforme a delegada o intenso sofrimento físico e mental, durante anos, como forma de castigo pessoal, caracteriza a prática da tortura, crime pelo qual o casal e a filha foram responsabilizados.
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