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Policiamento comunitário começa a ser aperfeiçoado no Estado

O Rio Grande do Sul é um dos três estados brasileiros em que estão começando, em caráter experimental, ações decorrentes de uma parceria com o Japão para aperfeiçoar o sistema de policiamento comunitário. Os outros são Minas Gerais e São Paulo. O acordo de cooperação técnica entre os governos do Brasil e do Japão foi firmado em dezembro e a primeira atividade no Estado ocorreu no fim da semana passada, quando dois oficiais da polícia japonesa ministraram um seminário a policiais gaúchos, na Academia de Polícia Militar, em Porto Alegre. Estão previstas consultorias e cursos.

Basicamente, o policiamento comunitário busca uma aproximação entre os PMs e os moradores de bairros, que passam a colaborar com a segurança. A experiência já é bem conhecida no Vale do Rio Pardo, onde as primeiras atividades dessa natureza foram implantadas ainda em 1999, em Candelária, pelo então capitão Valmir José dos Reis, hoje tenente-coronel  e comandante regional da Brigada Militar.

Desde então, as ações se espalham pela região. Dentre as principais estão as operações Convivência em Harmonia – como a realizada quinta-feira passada no Bairro Santa Vitória, em Santa Cruz – e a instalação de PMs em residências dos bairros, como já ocorre no próprio Santa Vitória e no vizinho Bairro Progresso. A experiência japonesa, porém, é ainda maior. Por lá já são 130 anos de policiamento comunitário. 

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