Segundo o jornalista João Garcia, amigo pessoal do treinador gremista, o mercado chinês já enviou proposta “milionária” para contratar o treinador gaúcho. Na entrevista coletiva após a vitória do Grêmio por 2 a 1 sobre o Juventude na Arena, o treinador confirmou que recebe sondagens do exterior a cada mês, mas negou que esteja de saída do clube.
“Recebo praticamente uma proposta por mês. China, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Catar… Mas como tenho um pacto com o Dr. Fábio Koff, que não está presente mas está em nossos corações e pensamentos, e se tiver alguma situação que pense em sair, tenho primeiro que estudar. Com minha família, sei que tenho dois votos sempre contrários a sair do Brasil, que são meus filhos. Posso no máximo igualar em dois a dois. Provavelmente qualquer situação de futuro, e tomara que o Grêmio não desista, a tendência é minha permanência”, disse Felipão.
Enquanto isso, o diretor de futebol Cesar Pacheco manteve o mesmo discurso. Disse não acreditar que Felipão saia mas não mostrou garantia. “Tenho uma história com ele [Felipão]. Entre 94 e 96 eu era do departamento de futebol, em 97 eu assumi a vice-presidência. Queria que ele ficasse. Mas por questões pessoais, de oferta, de chance de comandar outro clube, ele optou por sair. Contratamos o Evaristo de Macedo e vencemos a Copa do Brasil de 97. É um treinador valorizado, tem currículo invejável, tenho certeza que a situação agora é outra. Se houver algo que não possa ser superado? O que vamos fazer? Mas acreditamos que não tenha nada disso”, explicou.
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Dezoito anos depois, Felipão voltou ao Grêmio em julho de 2014. Assumiu o comando do clube pela terceira vez, após a demissão de Enderson Moreira. Pelo clube gaúcho, Felipão tem no currículo três Gauchões (1987, 1995, 1996), uma Copa do Brasil (1994), um Brasileirão (1996) e uma Libertadores (1995). É o segundo treinador com mais jogos pelo clube, somente atrás de Osvaldo Brandão, que trabalhou em 580 jogos.
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