Foto: DCS/Polícia Civil RS
A segurança pública do Rio Grande do Sul vem melhorando os indicadores ao longo dos anos. Conforme levantamento divulgado pelo governo federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Estado teve a segunda maior queda de óbitos por intervenção policial do Brasil em 2025, passando de 141 mortes em 2024 para 80 no ano passado, uma diminuição de 43,2%, atrás apenas do Tocantins, que apresentou uma redução de 55,1%.
O governador Eduardo Leite destacou que os avanços na área da segurança pública refletem uma política de investimentos contínuos e de qualificação das forças policiais no Estado. “A redução expressiva da letalidade policial no Rio Grande do Sul é resultado direto de uma atuação cada vez mais técnica e profissional das nossas forças de segurança, construída a partir de investimentos históricos realizados pelo nosso governo”, afirmou.
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Em relação à taxa de letalidade por 100 mil habitantes, ainda segundo dados do governo federal, a queda no Rio Grande do Sul foi ainda mais significativa, caindo de 1,26 caso em 2024 para 0,71 no ano passado, uma redução de 43,6%. Neste indicador, o Estado saltou da 11ª colocação em 2024 para a 4ª colocação nacional, atrás apenas de Roraima, Distrito Federal e Piauí, com populações e forças policiais consideravelmente menores.
A baixa letalidade contrasta com o grande número de ocorrências atendidas. Conforme dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP), em 2025 a Brigada Militar realizou aproximadamente 11 mil abordagens por dia no Estado. Essas ações empregaram, em média, 4,8 mil policiais diariamente e resultaram em 50.007 prisões ao longo do ano.
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Para o titular da SSS, Mário Ikeda, os dados evidenciam a eficiência das forças de segurança. “A atividade policial é dinâmica e envolve muitas questões, pois cada caso tem o seu contexto. Mesmo assim, nossas forças de segurança possuem um índice de letalidade muito baixo e um nível de eficácia alto. Tanto é que 2025 foi o ano mais seguro da história do Rio Grande do Sul. Isso demonstra que o trabalho da polícia tem responsabilidade com a sociedade e preza pelo bem-estar da população gaúcha”, destacou
A Brigada Militar também atua diariamente em ações de prestação de socorro e salvamento. Ao longo de 2025, a ação rápida e precisa dos policiais militares resultou em 3.060 vidas preservadas em todo o Estado, uma média de oito pessoas salvas por dia. Os casos envolvem crianças engasgadas, vítimas de afogamento, feridos graves e pessoas em risco iminente.
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Em 2025, o Estado reduziu ainda mais seus indicadores de criminalidade, consolidando-se como o ano mais seguro de toda a história. Nos crimes contra a vida, destaca-se a redução dos homicídios dolosos, cujo número de vítimas caiu 27% em comparação com 2024, passando de 1.418 para 1.037 casos. Os crimes violentos letais e intencionais (CVLI) diminuíram 25%, passando de 1.728 para 1.299. Já os latrocínios tiveram retração de 3% (de 31 para 30).
Com relação aos crimes patrimoniais, o roubo de veículos teve redução de 22%, saindo de 2.299 em 2024 para 1.790 casos em 2025. As ocorrências bancárias apresentaram retração de 24% (de 25 para 19), enquanto os roubos a pedestre caíram 17%, passando de 15.207 para 12.573.
Ao longo do ano passado, foram disponibilizadas 2.774 vagas para a Brigada Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Instituto-Geral de Perícias. Além dos concursos autorizados em 2025, a Brigada Militar viabilizou o ingresso de 895 novos soldados.
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