Colunistas

Santa Cruz no alto do pódio

Chegamos a mais um fíndi marcado por expectativa no ambiente esportivo. Na Copa do Mundo, a Seleção Brasileira, na tarde deste domingo, 5, encara a Noruega, com seus “vikings remadores” e sua qualidade de vida de causar inveja ao planeta, em busca da vaga nas quartas de final da competição. Ainda antes, na tarde deste sábado, 4, é a vez de o F.C. Santa Cruz enfrentar o Brasil de Pelotas, no Sul do Estado, determinado a passar à final da Copa FGF, que concede ao vencedor do certame o direito de estar na Copa do Brasil de 2027. Ao Galo e à Seleção Brasileira ficam os votos de que a jornada seja exitosa, para alegria geral.

Em relação ao jogo da Copa, fica o convite para que os torcedores se reúnam na Praça da Bandeira, no ambiente da SantaFest, iniciativa da Secretaria de Esporte e Lazer de Santa Cruz e promoção da Gazeta Grupo de Comunicações. Além da oportunidade de congraçamento entre pessoas de todas as idades, daqui e de outras cidades da região e do Estado, acompanhando a partida no telão instalado no local, atrativo extra é mais uma etapa do projeto Aprendiz da Copa, iniciativa da Rádio Gazeta FM 107,9, em que jovens inscritos vivenciam a experiência de registrar um evento esportivo de escala global, na condição de comunicadores.

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Se o esporte pulsa forte, não é diferente no ambiente socioeconômico, produtivo e industrial. Neste sábado, em que se celebra o Dia Internacional das Cooperativas, modelo de gestão e de organização comunitária que sempre teve tão forte acolhida em toda a região, Santa Cruz do Sul tem muito a comemorar em relação aos dados atualizados da geração de empregos.

Como reportagem assinada pelo jornalista e comunicador Ronaldo Falkenback evidenciou na edição da Gazeta do Sul dessa sexta-feira, 3, Santa Cruz aparece no alto do pódio em todo o Rio Grande do Sul no acumulado do ano, com 6.858 vagas formais. Vale repetir: Santa Cruz é o município que mais empregos gerou no ano no Rio Grande do Sul, à frente de todos os demais, grandes ou pequenos.

Definitivamente, nada mal para uma localidade que tem pouco mais de 140 mil habitantes, e que, como se pode compreender, gerou sozinha mais postos de trabalho do que toda a população reunida de centenas de municípios gaúchos. Os méritos, ninguém seria ingênuo ou desavisado para não o saber, são do formidável, inigualável, estupendo setor produtivo e industrial do tabaco.

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Enquanto alguns segmentos da sociedade (e, para espanto ainda maior, alguns entes públicos, os diretamente beneficiados por essa força produtiva e industrial) querem desviar os olhos da grandeza e do exemplo global de uma cadeia econômica solidamente estabelecida, a cada mês o tabaco escancara, com resiliência, competência e liquidez global, seus feitos, que deveriam ser incensados e celebrados em todas as instâncias federais. Mas não são, nessa hipocrisia que reina entre tomadores de decisão, que admitem com naturalidade que o contrabando, a drogadição e os jogos de azar grassem como inço, enquanto um único setor é cobrado e penalizado.

Tudo isso não abala em nada a façanha: o tabaco e os setores produtivos e industriais, de comércio e prestação de serviços colocam Santa Cruz no topo do ranking da geração de empregos no Rio Grande do Sul. Uma vez mais, parabéns e obrigado, tabaco.

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Romar Behling

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Romar Behling

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