Cerca de 23 veículos de transporte coletivo devem partir de Santa Cruz do Sul nesta terça-feira, 18, pela manhã para levar servidores estaduais à assembleia geral, que ocorre às 14 horas, no Largo Glênio Peres, em Porto Alegre. Durante o encontro, a categoria vai decidir se fará greve como resposta às ações do governo frente à crise nas finanças públicas do Rio Grande do Sul. Nos bastidores, comenta-se que a tendência é por uma greve curta, de três dias, com data ainda a ser definida.
No total, cerca de 900 pessoas sairão da região para participar do ato em Porto Alegre, a maioria delas, professores e funcionários do Estado. O 18º Núcleo do Cpers/Sindicato está orientando aos diretores de escolas estaduais que deixem fechadas as instituições nesta terça como forma de apoio à mobilização. Desde o início das aulas do segundo semestre até esta segunda-feira, os educandários operaram com horário reduzido. Corpo de Bombeiros e Brigada Militar não alteraram o trabalho. Já na Polícia Civil, só ocorrências graves serão registradas.
Entre os pontos que serão levados à manifestação estão:
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– A retirada do Projeto de Lei Complementar (PLC) 206/2015, que estabelece normas de finanças públicas no âmbito do Estado, voltadas para a responsabilidade da gestão fiscal e busca do equilíbrio financeiro. Líderes de sindicatos alegam que o PLC 206/15 esconde armadilhas jurídicas que comprometem o reajuste de salários pelos próximos anos;
– O pagamento dos salários em dia e de forma integral, sem parcelamento. O governo parcelou os vencimentos de julho, mas voltou atrás e, na semana passada, pagou aos servidores o restante dos valores.
– Aumento da cota de horas extras e retomada das promoções (Polícia Civil);
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– Contra a evolução da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que impõe o fim da licência prêmio e da aposentadoria especial (Bombeiros).
LEIA A MATÉRIA COMPLETA NA GAZETA DO SUL DESTA TERÇA-FEIRA
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