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Sessão especial debate emprego de menores e adolescentes em conflito com a lei

Uma sessão especial na manhã desta sexta-feira, dia 26, marcou o debate do tema debate emprego de menores e adolescentes em conflito com a lei. A proposição foi do vereador Gerson Luis Trevisan (PSDB), com apoio da presidência.

A mesa foi formada pela juíza da Infância, Juventude, e Família, Daniela Ferrari Signor; promotora Danielli Cassia Coelho, da promotoria especial da Infância e Juventude; vice-prefeita Helena Hermany; escrivã da Polícia Civil, Camila Pavani; pelo chefe de RH CAS, João Rocha; e pela coordenadora pedagógica da Fasergs, Iara Maria Cabrera; e a coordenadora geral da Associação de Projeto Educacional e Social para Crianças e Adolescentes (Aesca), Maqueli Geanezine da Silva. Estiveram presentes ainda representantes de empresas convidadas.

A reunião foi solicitada pela Associação de Projeto Educacional e Social para Crianças e Adolescentes (Aesca) e pela Fundação de Atendimento Socio-Educativo (Fase), que estão diretamente envolvidas com estes menores. O objetivo foi discutir a semiliberdade de jovens e adolescentes em conflito com a lei. Segundo a coordenadora geral da Associação de Projeto Educacional e Social para Crianças e Adolescentes (Aesca), Maqueli Geanezine da Silva, o trabalho realizado pela entidade – que já está em atividade há cinco anos – já contemplou 54 pessoas, das quais 28 de Santa Cruz do Sul.

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“Nosso acompanhamento é fundamental, pois o trabalho consiste em dar uma nova perspectiva de vida, a partir da reinserção social, por meio da educação, trabalho ou outras atividades”, destacou. Segundo Maqueli a semiliberdade consiste em propiciar ao jovem ou adolescente em conflito com a lei, parcelas de liberdade, a partir do seu comportamento em sala de aula ou em atividades do dia-a-dia, sendo na entidade ou fora dela.

A juíza Daniela Ferrari Signor observou que os adolescentes em situação de semiliberdade tem a possibilidade de ir em busca de sua recuperação. “Os adolescentes cometem atos que não tem uma gravidade tão grande quando acabam em situação de semiliberdade e, nesta situação, podem se recuperar”.

A promotora Danielli Cassia Coelho observa que a partir dessa possibilidade de semiliberdade, o jovem ou adolescente tem a possibilidade de buscar uma vivência saudável, “algo que muitas vezes dentro da família ele não encontra”, ressaltou. Para a vice-prefeita Helena Hermany, a situação dos adolescentes e jovens em conflito com a lei pode acontecer, a partir do momento em que a sociedade falha, não dando a estrutura ou a condição ideal e fazem com que eles escolham o outro lado. 

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