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Sobradinho presta informações do MP Federal

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Secretário de Administração falou sobre as obras
O Ministério Público Federal (MPF), através da Procuradoria da República em Cachoeira do Sul, solicitou à Administração de Sobradinho informações atualizadas acerca da situação das obras no Ginásio de Esportes Humberto de Alencar Castello Branco, o “Castelão”. Recentemente, integrantes da Administração participaram de reunião na Superintendência da Caixa Econômica Federal em Santa Maria quando foi informado que restam pouco mais de R$ 30.000,00 em conta para a conclusão da obra, o que é insuficiente. De acordo com o Secretário de Administração, por ser uma obra de 2008, a legislação e as exigências de segurança sofreram alterações, o que tornaria a obra não funcional tendo como base o projeto original, sendo que neste caso, a Caixa provavelmente não autorizará os pagamentos.
Rogério Barbieri Carniel adianta que segundo o Departamento de Engenharia da Prefeitura as adequações que se fazem necessárias para tornar o Ginásio “Castelão” funcional de acordo com a legislação de segurança, bem como as normas da Confederação Brasileira de Futebol de Salão, custariam aos cofres municipais de R$ 100.000,00 a R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) a mais do que o inicialmente orçado. Por sua vez, Rogerinho Carniel salienta que a não conclusão da obra levaria o Município a devolver aproximadamente R$ 70.000,00 ao Governo da União. Outra alternativa, segundo o Secretário, seria construir no local um Ginásio Poliesportivo totalmente novo, o que, segundo a Caixa, dependeria de autorização do Ministério dos Esportes e a busca por mais recursos federais. O Ministério Público Federal (MPF) também cobrou explicações sobre o andamento da obra de construção dos 3 pórticos nos acessos da Cidade.
Carniel informou que a Administração enviou no dia 18/07 do ano em curso o projeto de deslocamento das redes de energia que estão sobre os pórticos, porém até a presente data não houve retorno, sendo que quanto ao pórtico do acesso Eloy de Oliveira Brito, além do deslocamento da rede de energia, será necessária a construção de um muro de contenção na margem do Arroio Carijinho devido à proximidade com o leito e a erosão do solo, fatores que tem levado a exposição das fundações. Rogerinho Carniel afirmou que há muito tempo vem advertindo que a “novela” das obras paradas está longe de terminar e que tudo isso teve origem em uma sucessão de erros que o Ministério Público exige saber para buscar responsabilizações, sendo que a Administração atual está empenhada ao máximo em resolver todas as questões, o que tem demandado tempo e estudo sobre cada caso.

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